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Barbosa vai à 1ª sessão após bate-boca no STF

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Mais de uma semana depois de travar uma áspera discussão com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, o ministro Joaquim Barbosa reapareceu ao plenário da Corte, nesta quinta-feira (30), para o julgamento da Lei de Imprensa. Barbosa chegou no plenário após as 15h, quando a análise da ação em que o PDT pede a revogação da lei já havia sido iniciada.

Inicialmente, Barbosa não participaria do julgamento desta tarde, pois ele se licenciou de algumas atividades desta semana para um tratamento médico – ele sofre de problemas na coluna. Devido à importância do tema, porém, ele resolver comparecer à sessão desta tarde.

Na sessão plenária de quarta (29), a primeira realizada após o bate-boca, o ministro Celso de Mello, decano do STF, fez uma homenagem ao primeiro ano de Mendes na presidência do STF. Sem citar diretamente o episódio da semana passada, ele disse que o Supremo é “mais importante do que todos e cada um de seus ministros”.

 

Bate-boca

Na sessão plenária da última quarta-feira (22), Joaquim Barbosa acusou o colega Gilmar Mendes de estar “destruindo a Justiça deste país” e “a credibilidade do Judiciário brasileiro”.

Ao ser repreendido pelo presidente da Corte, que pediu respeito, Barbosa elevou o tom das críticas. “Vossa Excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso, ministro Gilmar. Respeite”.Na sequencia, o presidente do STF encerrou a sessão.

À noite, após três horas e meia reunidos, oito dos 11 ministros do Supreo divulgaram nota em que se solidarizaram com Gilmar Mendes, mas decidiram não formular qualquer punição a Barbosa. Eles, porém, decidiram cancelar a sessão plenária da última quinta (23), devido à gravidade do bate-boca.

Lei de imprensa

O plenário do STF retomou o julgamento da Lei de Imprensa às 14h35 desta quinta. No dia 1º de abril, depois de apenas dois ministros votarem, a análise da ação em que o PDT pede a revogação da lei foi interrompida com o placar de dois votos a zero favorável ao partido. Nesta tarde, o assunto voltou a ser discutido com o voto do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

 

G1

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