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Avião faz manobra evasiva para evitar colisão, afirma a TAM

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A assessoria de imprensa da TAM confirmou, por meio de nota, que a aeronave que cumpria o voo JJ3717, que faz o trajeto Brasília-São Paulo, teve de “realizar uma manobra evasiva em razão de os equipamentos de bordo terem detectado a presença de outra aeronave na mesma rota”. A manobra foi feita no início da noite desta quinta-feira (24) durante o procedimento de aproximação ao Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, segundo a assessoria.

O comandante seguiu os procedimentos de segurança prescritos para essas circunstâncias e informou os passageiros do ocorrido, de acordo com a TAM. O aparelho pousou, em seguida, sem consequências, às 18h52. “Os 171 passageiros desembarcaram em seguida”, completou a nota. De acordo com o site da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o voo 3717 saiu de Natal, fez escala em Brasília e pousou em Congonhas.

Uma passageira que estava na aeronave relatou ao G1 que o comandante já havia anunciado o início dos procedimentos de descida quando ocorreu a queda brusca. Mesmo usando o cinto de segurança, ela sentiu que levantou “uns dois palmos” da poltrona. Segundo ela, o comandante afirmou que precisou realizar a manobra por causa do tráfego aéreo. Os passageiros ficaram assustados e houve gritos e choros no voo. A assessoria de imprensa da TAM disse que não houve necessidade de atendimento de passageiros após o pouso.

Senador a bordo
O senador Romeu Tuma (PTB-SP) estava a bordo e contou ao G1 como foi. “Entendi mais ou menos que foi uma manobra para evitar colisão. O comandante falou que teve de fazer uma manobra ríspida. Eu fiquei preocupado com a gritaria, mas achei que fosse aquelas quedas que dão naturalmente no voo. A aeromoça caiu no colo de alguém. Foi muito rápido”, diz ele.

Tuma, que estava sentado na fila 12, disse que o avião estava próximo de São Paulo e fez uma manobra como uma descida brusca. “Ele afundou em direção ao chão e deu uma balançada.”

Tuma disse que a série de incidentes na aviação civil o preocupam. “Foi lá (no Senado) a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) outro dia depor para nomear novo dirigente e houve preocupação com a provável falta de assistência técnica com maior intensidade junto às companhias áereas. Acho que a Anac e o departamento subordinado à Aeronáutica devem manter vigilância bastante intensa”, afirmou.

 

G1

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