As principais revistas semanais brasileiras trazem assuntos diversos de capas. Confira:

 

Veja desta semana escreve sobre “A tenebrosa máquina de espionagem do dr. Protógenes (Queiroz)”, delegado da Polícia Federal, da Operação Satiagraha, que levou à condenação criminal o ex-banqueiro Daniel Dantas. Segundo a revista, Protógenes bisbilhotou clandestinamente o ex-ministro José Dirceu, o ministro Mangabeira Unger, o ex-presidente Fernando Henrique, o governador José Serra, o presidente do STF, Gilmar Mendes, e até a vida amorosa da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. O delegado dizia agir em nome do presidente Lula, cujo filho Fábio Luís teria sido, nas palavras de Protógenes, “cooptado” pelo ex-banqueiro. Em 2004, a Brasil Telecom, então controlada por Dantas, contratou a Gamecorp, produtora do filho do presidente – dava R$ 100 mil por mês a Fábio Luís.

A volta dos que nunca se foram
Época tem manchete para “A vida de Sean (Ribeiro Goldman)”, menino brasileiro-americano, que vive no Rio. Ele é o pivô de uma disputa judicial entre duas famílias. David Goldman, o pai de Sean com a brasileira Bruna, que morreu ao dar a luz à filha Chiara, quer seu filho de volta aos Estados Unidos. O menino vive com a família da mãe e com o padrastro, João Paulo Lins e Silva. Outro assunto é “a volta dos que nunca se foram”, referência aos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), salvo de cassação, e Fernando Collor de Mello (PTB-AL), ex-presidente que sofreu impeachment em 1992. Ambos estão no governo com o PT – antes seu maior adversário.

No Maranhão, os costumes políticos brasileiros
Carta Capital dedica sua capa ao senador José Sarney (PMDB-AP), “Senhor do Maranhão, rei do tapetão”. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato do governador Jackson Lago (PDT-MA), por abuso de poder econômico na eleição de 2006, e convoca a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) para assumir o poder. Lago poderá continuar no cargo até a análise dos recursos de seus advogados. “Montaram uma farsa grosseira. A família Sarney nunca aceitou a derrota nas eleições. Tratam o Maranhão como um feudo”, afirmou Aderson Lago, primo do governador. “Estamos saneando os costumes políticos brasileiros”, afirma o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto. Multiplicam-se denúncias, no Rio Grande do Sul, contra Yeda Crusius (PSDB).

PT reclama de aliança espúria no Senado
IstoÉ trata dos benefícios da corrida, o segundo esporte mais popular nas metrópoles brasileiras, que previne o envelhecimento, ajuda a emagrecer, aumenta o bom humor e melhora a autoestima. Outro assunto é a escolha do senador Fernando Collor (PTB-AL), nome apoiado pelo PMDB e pelo DEM, para presidir a Comissão de Infraestrutura do Senado, responsável por analisar os grandes projetos do governo, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), carro-chefe de campanha da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão de Lula. “Foi uma aliança espúria, que interferiu no direito democrático do PT presidir essa comissão”, disse o senador Aloizio Mercadante (PT-SP).

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