Nem sei explicar a razão, mas a brincadeira do Carioca com o Boris Casoy, no último “Pânico” ao vivo, passou batida por aqui. Não deveria. Foi uma injustiça com os dois.
O Boris, mais uma vez, ao contrário de outras figuras do meio – do Jô, por exemplo, entrou na brincadeira do programa com a maior naturalidade. Ponto pra ele. O que se estranha nessa posição do Jô e que passa para a maioria como tremenda antipatia, é que ele sempre foi um grande comediante. Antes que todos e ao contrário de outros, ele que já brincou e continua brincando com muita gente, deveria aceitar este tipo de coisa com a maior naturalidade.
Ou, pelo menos, com um pouco mais de educação.
UOL
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