Até as 14h25, 22 pessoas já foram presas por crime eleitoral em todo o país, sendo 17 por boca de urna. O estado do Rio lidera as prisões, com 13 registros. Além das 22 detenções, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa 175 advertências, em boletim às 14h. Até agora, somente dois candidatos foram advertidos. Eles faziam boca de urna no Ceará.
Segundo a Justiça Eleitoral, no dia da eleição, boca de urna é qualquer abordagem que um eleitor recebe visando ao convencimento de voto. Essa abordagem é crime mesmo longe do local de votação.
As 13 prisões no estado do Rio também foram por boca de urna. O crime eleitoral é o mais recorrente nacionalmente, com 169 dos 199 registros.
O estado com mais ocorrências é o Ceará, com 152 casos. Ninguém foi preso. O Rio vem em seguida, com 27 – 13 prisões. Já foram substituídas 519 urnas, o que representa 0,563% das mais de 90 mil máquinas. O Rio é o estado com mais trocas: 167.
A capital fluminense é o maior colégio eleitoral neste segundo turno, com quase 4,9 milhões de eleitores, e o estado lidera em número de municípios com a Força Nacional: seis dos 12 em todo o país. Haverá agentes da Força Nacional na capital, em São Gonçalo, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Duque de Caxias e Niterói.
Em todo o Brasil, 32,9 milhões de eleitores estão aptos a votar no segundo turno, que acontece em 57 cidades, sendo 18 capitais.
O Globo
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