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“É importante que a população fique atenta”, diz técnica ao explicar aumento de 354% nos casos de chikungunya na Paraíba

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Recente levantamento divulgado pelo Boletim Epidemiológico, da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), sobre a situação das arboviroses no Estado, mostrou que no estado há um aumento de 354% nos casos de chikungunya. Para falar sobre esse tema foi ouvido à técnica da SES responsável pelas arboviroses, Carla Jaciara, onde lembrou que a sintomatologia dessas doenças é muito semelhante à de covid-19, e que, por isso, há possibilidade de subnotificação nos sistemas de registros.

“É importante que a população fique atenta aos cuidados nas suas próprias residências com a limpeza dos ambientes como calhas, além de vedar bem a caixa d’água ou qualquer coisa que possa acumular água e que sirva de abrigo para que o mosquito possa se instalar e se multiplicar”, disse Jaciara.

Segundo a técnica da SES, a dengue ainda lidera as notificações, com 3.115 casos a mais. Ao todo, foram registrados, em agosto, 10.207 casos prováveis da dengue; 6.377 casos de chikungunya; e 1.071 de zika. Com relação ao mesmo período do ano passado, o Boletim Epidemiológico mostra um aumento de 95% para os casos de dengue, 354% para os casos de chikungunya e 292% de acréscimo para os casos de zika.

Na Paraíba, mais de 70 municípios apresentam casos confirmados ou suspeitos de arboviroses com incidência, a partir de 200 casos. Segundo o boletim, foram registrados nove óbitos por suspeita de dengue, zika ou chikungunya nas seguintes cidades: Conde (um), João Pessoa (seis), Sapé (um), e Patos (um). Desse total, cinco foram descartados. Três óbitos por dengue foram confirmados em João Pessoa e Patos, e um ainda continua em investigação. No ano passado, neste mesmo período, foram confirmadas duas mortes por dengue nos municípios de Sapé e Santa Rita e dois óbitos por chikungunya, em João Pessoa.

Redação

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