O Senador Veneziano Vital do Rego, participou por telefone, na manhã desta quinta-feira do programa Edil Francis e falou, dentre outros assuntos sobre sua participação na Comissão de Assuntos Sociais e Direitos Humanos que celebrou, entre outras ações, a canonização de Irmã Dulce, hoje chamada Santa Dulce dos Pobres.

Diante de uma semana bastante atribulada, Veneziano mencionou sobre e MP 905 que institui o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, modalidade de contratação destinada à criação de novos postos de trabalho para as pessoas entre dezoito e vinte e nove anos de idade, para fins de registro do primeiro emprego em Carteira de Trabalho e Previdência Social. De acordo com ele, o conteúdo dessa medida “é muito controverso, cheios de dúvidas, e que o Governo batizou de Carteira Verde e Amarela, à princípio quando apresentada essa sugestão, sem que antes obtivéssemos como um documento detalhado, nós a víamos como muito importante, afinal de contas, o propósito inicial era de gerar oportunidade de espaço no mercado de trabalho, algo de difícil acesso, afinal temos hoje, 12,9 milhões de brasileiros sem emprego, um percentual considerável”, disse.

O Senador pontuou dentro da problemática do desemprego, a Reforma Trabalhista aprovada ainda dentro do Governo de Michel Temer, e isso na visão do parlamentar, passou a gerar em maior número subempregos, a exemplos dos conhecidos bicos de sobrevivência.

“ O trabalhador brasileiro vai ter que cumprir lamentavelmente, nos três, quatro anos os reflexos da Reforma Previdenciária, e ainda por cima tem que observar se o Governo apresenta medida provisória, taxando o salário desemprego, propondo a diminuição do adicional de periculosidade de 30% para 15%, e outras questões nessa medida provisória que revoga registros profissionais de categorias, a exemplo de Jornalistas, Arquivistas, Sociólogos, Publicitários”.

Sobre a desfiliação do Presidente da República, Jair Bolsonaro, ocorrida na tarde da quarta-feira, e criação do partido Aliança pelo Brasil, o Senador Veneziano disse que é um assunto o qual a oposição não se sente a vontade, sendo portanto, “uma questão interna que o PSL teve, nos últimos dias, e eclosão em definitivo de desacertos internos”, acrescentou.

Ainda sobre os atos que geraram desencontros dentro do partido do Presidente, o parlamentar ressaltou que a eleição de Bolsonaro aconteceu dentro de um clima de total despreparo. “Eles não estavam devidamente preparados para o que ocorreu em 2018”.

O Senador Veneziano defende a redução no número de partidos, para ele, “nada justifica de que tenhamos em nosso país um número tão grande de partidos e o Presidente vai exatamente na contramão daquilo que defendemos ser o mais correto”.

Sobre os estremecimentos ocorridos entre o ex-Governador Ricardo Coutinho e o atual, João Azevedo dentro do PSB da Paraíba, Veneziano disse que tentativas de conciliação, entre as partes, foram feitas, contudo, insuficientes, e que ele, como todos os paraibanos ouviram nos diversos veículos de comunicação, buscou meios para que tais desavenças fosse dirimidas, entretanto sem o resultado almejado.

 

Redação com assessoria

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