O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB) não quer que as oposições de Campina Grande repitam os erros de 2016 quando lançaram duas candidaturas e não obtiveram êxito nas urnas. O senador que governou a cidade por duas gestões, tendo obtido níveis elevados de aprovação, por obras como o Terminal de Integração, Complexo Plínio Lemos, Vila do Artesão, implantação da Upa, entre outras, defende a unidade do bloco.

Em entrevista a Rádio Panorâmica FM, ele afirmou que as oposições precisam se unir nas eleições do próximo ano, e mostrar que tem os melhores projetos estruturantes para a Rainha da Borborema.
O senador enfatizou que as oposições tem nomes de grande relevância que podem ser apresentados como candidatos na chapa majoritária, a exemplo do deputado estadual Inácio Falcão (PCdoB), da secretária Ana Claudia (PODEMOS), da vice governadora Lígia Feliciano (PDT), entre outros.

Veneziano destacou que vai apoiar o nome escolhido pela oposição e mencionou que o seu apoio ao deputado federal Damião Feliciano (PDT), caso ele se apresente candidato em Campina Grande, independe da vaga na Câmara Federal, que pode ser cedida para a sua esposa, a secretária de Desenvolvimento e Articulação Municipal do Estado, Ana Cláudia Vital do Rêgo.
– A candidatura de oposição terá de mim o nosso modesto apoio e não por força de ter sido prefeito, mas por força daquilo que nós realizamos. Temos nomes suficientes e qualificados para essa disputa. O que não podemos incorrer é facilitar a eleição para o grupo do governo. A oposição tem projetos e nós vamos discutir Campina Grande – frisou.

Durante a entrevista, o parlamentar criticou a gestão do prefeito Romero Rodrigues (PSD) em Campina Grande e destacou que, depois de sete anos de administração, se fala em um concurso público que, segundo ele, poderá coincidir com o período eleitoral do próximo ano e os aprovados não serão chamados.

Ele afirmou que existem espaços importantes para Campina Grande que estão sucateados e abandonados como as UPAs e o ginásio O Meninão, a Vila Olímpica Plínio Lemos, e o próprio Terminal de Integração de Passageiros, que foi desativo e hoje os usuários do sistema coletivo sofrem com a medida.

Segundo Veneziano, a gestão de Romero Rodrigues não possui nenhuma obra relevante para a cidade e se apoia no Complexo Aluízio Campos, que é de competência do governo Federal.

– O prefeito fez uma lista de 30 mil interessados que há época, antes de 2016, eles se inscreviam na expectativa de ter a casa, mas não teve a integridade de dizer “Olhe, nós só temos 4.100 casas do governo Federal”. Enganou 26 mil pessoas que, na expectativa natural, e isso é humano, recebiam as visitas de funcionários públicos ou cartinhas a dizer “Olha, a casa do Aluízio Campos vai sair, mas se o prefeito não for reeleito e for eleito o cabeludo, é provável que a sua casa não saia”. É dessa forma que a administração gira, em torno de processos de enganação – colocou.

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PB Agora

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