Na campanha deste ano, ex-ministros que se aproveitaram dos cargos para viabilizar os respectivos projetos eleitorais, esconderam dos eleitores sua ligação ao presidente Michel Temer. A ingratidão é a marca da maioria das campanhas de 18 ex-ministros, começar pelo candidato a presidente Henrique Meirelles, que chegou a dizer, sem ruborizar, não ser o candidato de Temer, que na verdade o escolheu.

No Pará, o ex-ministro da Integração Hélder Barbalho (MDB) chegou a dizer que não citava Temer porque “não preciso de padrinho politico”. Isso depois de obter o aval de seu ex-chefe para aplicar grande parte do orçamento bilionário da pasta em seus redutos eleitorais onde disputa um mandato de governador.

O ex-ministro dos Transportes Maurício Quintella (PR) usa como vitrine eleitoral as várias obras federais que Temer viabilizou para Alagoas, mas ignorou Temer na campanha para senador, após se aliar ao projeto de reeleição de Renan Calheiros (MDB).

Até o senador Romero Jucá (MDB), ex-ministro de Planejamento, fingiu rompimento e saiu da liderança do governo para falar mal de Temer na campanha para obter votos dos insatisfeitos com a política migratória de venezuelanos para o Estado de Roraima, onde disputa a reeleição.

 

Redação com Diário do Poder

 


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