A bancada de situação na Câmara de João Pessoa esvaziou o plenário, ontem (07), quando vereadores da oposição divulgaram o áudio com a fala do secretário de Saúde, Adalberto Fulgêncio. E tinha uma razão de ser: de fato, as provas eram irrefutáveis, no que diz respeito à pressão para que servidores votem em Lucélio Cartaxo.

 

Sandra Marrocos (PSB) provocou: “Cadê eles, foram pra onde?”. Do líder da oposição, Léo Bezerra (PSB), ontem, no plenário da Câmara Municipal de João Pessoa: “Esse é o modelo de gestão do prefeito Luciano Cartaxo, coagir servidores. Nós não inventamos nada, está lá [no áudio], o secretário exigindo votos para Lucélio e Zennedy. João Pessoa e a Paraíba estão cansadas desse modelo, não aceitam mais esse tipo de prática”.

 

No áudio vazado mostra que o gestor da pasta de Saúde coage funcionários do setor a votarem nos dois pré-candidatos, exigindo o atingimento de uma meta de, no mínimo, de 70% dos votos na capital.

 

 

Redação

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