Categorias: Política

Senadores da PB votaram pela cassação de Delcídio

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Os três senadores paraibanos Cássio Cunha Lima (PSDB), Raimundo Lira (PMDB) e José Maranhão (PMDB), votaram pela cassação do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS).

 

Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o senador José Maranhão (PMDB-PB), havia confirmado antes da sessão, a votação em definitivo do pedido de cassação do senador Delcídio do Amaral (MS) na tarde desta segunda-feira (9).

Ele disse que Delcídio, ou seus advogados, poderiam exercer o direito de defesa, em uma situação excepcional. Maranhão explicou também que a comissão estava analisando apenas os aspectos jurídicos, regimentais e constitucionais do pedido de cassação do mandato de Delcídio por quebra de decoro parlamentar e não o mérito da questão, que já foi votado no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

Líder do PSDB, Cássio também já havia dado declarações favoráveis a cassação do mandato de Delcidio.

Só cinco senadores não participaram da sessão que levou à cassação do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que agora está inelegível pelos próximos oito anos com base na Lei da Ficha Limpa: Rose de Freitas (PMDB-ES), Eduardo Braga (PMDB-AM), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Maria do Carmo Alves (DEM-SE), além, obviamente, de Delcídio, que não foi ao Senado. A única abstenção foi de João Alberto (PMDB-MA), em um universo de 76 votantes. Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) só votaria em caso de empate, e por isso não precisou se valer da prerrogativa.

 

Só cinco senadores não participaram da sessão que levou à cassação do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que agora está inelegível pelos próximos oito anos com base na Lei da Ficha Limpa: Rose de Freitas (PMDB-ES), Eduardo Braga (PMDB-AM), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Maria do Carmo Alves (DEM-SE), além, obviamente, de Delcídio, que não foi ao Senado. A única abstenção foi de João Alberto (PMDB-MA), em um universo de 76 votantes. Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) só votaria em caso de empate, e por isso não precisou se valer da prerrogativa.

 

Redação

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