Por pbagora.com.br

Defensor da candidatura própria do senador Cássio Cunha Lima, e, consequentemente, o rompimento da aliança com o PSB de Ricardo Coutinho, o presidente estadual do PSDB, deputado Ruy Carneiro, reagiu ao ultimato do presidente do PSDB, Edvaldo Rosas, de que só esperaria até o dia 22 de março por uma decisão dos tucanos a respeito da manutenção ou não do apoio à reeleição do governador. Segundo Ruy, essa é uma decisão interna do PSDB, que os demais partidos, aliados ou não, devem respeitar.

"Ultimato é falta de respeito. Infelizmente, posições como essa terminam por revelar autoritarismo, intransigência e arrogância de quem não está habituado ao diálogo, mas sempre costuma impor decisões e pontos de vista unilaterais".

Ruy Carneiro que já se reuniu com o senador Cássio e Cícero Lucena para analisarem o quadro político e traçarem estratégias para o futuro, disse o PSDB não vai alterar seu calendário de consultas às bases partidárias, muito menos aceitar imposições ou ultimatos de quem quer que seja. Duro em suas palavras e já em tom de rompimento, Ruy disse que o PSDB não aceitará imposições de ninguém.

 

"Ninguém admite que um vizinho, aliado ou até amigo venha dar ordens em sua casa", argumenta o Presidente do PSDB. "Se nem no momento em que precisam aglutinar forças e buscar pontos de convergência, eles respeitam os partidos aliados, quando vão respeitar? Pelo que se ouviu e leu, parece até que não estão buscando aliados, mas juntando uma claque".

 

O deputado Ruy Carneiro insiste em que o PSDB tem consciência de sua responsabilidade no processo eleitoral diante da Paraíba. "Nossa preocupação não é aparecer numa foto, mas fazer o que acharmos melhor para o futuro da Paraíba".

 

O Ultimato – Edvaldo Rosas estabeleceu até o dia 22 de março para os aliados se definirem pela manutenção ou não da aliança, se vão seguir o projeto do PSB, que é a reeleição do governador Ricardo Coutinho.

 

Ele informou ainda que neste dia, o partido promoverá um grande debate com todos os partidos que têm o interesse em manter a aliança formalizada em 2010. Ele espera ainda que o PSDB, principal aliado do governo, se decida se vai permanecer.

 

Segundo Rosas, os partidos da base governistas deverão fazer uma avaliação do governo, apresentar as sugestões que esses partidos e lideranças têm para a Paraíba do Futuro II, ou seja, para o segundo governo de Ricardo Coutinho.

 

PBAgora

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