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Ricardo escolhe residência de inverno

Segundo o ex-deputado estadual constituinte Severino Ramalho Leite (na foto ao lado, abraçado com o governador Ricardo Coutinho, do PSB), o novo ocupante do Palácio da Redenção já escolheu sua residência de inverno.

Revelações pela Internet

O próprio Ramalho (atual diretor-superintendente do jornal “A União”) revelou esta preferência ricardista, postando as seguintes mensagens, em sua página principal, no Twitter:

– Para quem não sabe, o governador da Paraíba também escolheu Bananeiras para ser sua residência de inverno. Ricardo tem um pequeno sítio na zona rural de lá

– Assim como Ricardo Coutinho, Ruth Avelino (diretora-presidente da PB-Tur) também é moradora sazonal de Bananeiras, considerada a nova “Gravatá dos Paraibanos”

No circuito do frio

Esta é uma referência à cidade pernambucana que hospeda muitos turistas durante os meses de junho e julho, todos os anos, sendo famosa por seu aspecto serrano, de clima friorento e cheio de nevoeiros, no inverno.

Pacto com socialista

O ex-parlamentar democrata disse que a esposa dele, a prefeita Marta Ramalho (DEM) foi uma das primeiras lideranças interioranas a apoiar Ricardo, na convenção do partido, e – portanto – foi a primeira a ser visitada por Coutinho já como governador do Estado.

Após 12 meses de aliança

A visita dele aconteceu exatamente um ano após o registro do primeiro encontro do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) com Ricardo Coutinho, logo no início da campanha política do ano passado, lá mesmo em Bananeiras sob as bênçãos de Nossa Senhora do Livramento, padroeira da cidade, que é tradicionalmente festejada sempre nos dias 4, 5 e 6 de janeiro, anualmente.

Agradecendo ao Divino

Com a presença do governador Ricardo Coutinho, a festa de Nossa Senhora do Livramento foi encerrada com show da dupla de cantores sertanejos “Os Nonatos”. Antes, foi realizada a maior procissão do mundo em louvor à Virgem do Livramento.

Michael Jackson paraibano

De acordo ainda com o relato de Ramalho Leite, Ricardo Coutinho foi recebido pelos moradores locais com muito carinho e euforia, quando resolveu caminhar pelas ruas de Bananeiras, cidade onde mantém residência de inverno.

– De metro em metro, Ricardo parava para atender aos jovens pedindo para tirar uma foto com ele, em suas câmeras digitais. O governador já virou uma celebridade, um verdadeiro pop star.

Tucano faz beicinho

O vice-governador Rômulo Gouveia (PSDB) não compareceu ao evento, mas o anfitrião disse pelo Twitter que ele não precisa de convite para vir a Bananeiras, assim quando quiser e tiver vontade.

Roubo pela Web

Pela segunda vez, Ramalho foi vítima do ataque de hackers (piratas que atuam na Internet) que invadiram sua conta bancária, de onde levaram todo o saldo financeiro disponível, de um saque só.

Ataque é constante

Ele explica que em 10 anos de movimentação como correntista Vip do Banco Real, nunca mexeram na sua conta, mas que no Banco do Brasil, esse fato desagradável acontece – pelo menos – uma vez por ano.

– Não pago mais nada pela Internet (janela virtual por onde os hackers invadiram a conta dele).

– Vou terminar me mudando para Goiás. Agora, a cidade para onde meu dinheiro migrou se chama Minaçu-GO.

OBS: Minaçu é um município situado no norte do Estado de Goiás, distante 504 km da capital (Goiânia).

Volta da quarentena

Quanto à suspensão de circulação do centenário jornal “A União” deve ser inferior a 30 dias, só durando até que os atuais diretores da Superintendência de Imprensa, Gráfica & Editora, consigam recursos financeiros para viabilizar a compra de papel, tinta, filmes e outros insumos necessários ao funcionamento das rotativas do periódico estatal.

API apóia “A União”

Ramalho está bastante agradecido com o ato patrocinado pela jornalista Marcela Sitônio (presidente da API – Associação Paraibana de Imprensa) que foi a primeira pessoa ligada aos veículos de comunicação locais a lhe visitar em seu gabinete, oficialmente, na sede da empresa estatal, localizada no Distrito Industrial de João Pessoa.

Terra de ninguém

Ele aproveitou para explicar que não fez nenhum ato formal ou solene de transmissão de cargo, até porque os novos diretores do jornal não tinham de quem receber as chaves das portas de “A União”.

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