O superintendente da Suplan, Ricardo Barbosa e técnicos do DNIT da Paraíba se reuniram nesta quarta-feira (13), com o diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT Nacional, José Florentino Caixeta para discutir o projeto de construção do Viaduto do Geisel, em João Pessoa, cuja obra está orçada em R$ 25 milhões.

 

Conforme Barbosa, a reunião foi muito proveitosa na qual foi acordada uma data para resolução da analise do projeto do DNIT porque envolve desapropriação de áreas. “Vamos trabalhar para viabilizar a obra e até o final do mês teremos uma solução”, avaliou.

Barbosa explicou ainda que o DNIT tem um projeto executivo que compreende a intervenção no bairro do Geisel e mais uma série de outras intervenções ao longo de 28 km que vai desde o município de Cabedelo ao Viaduto de Oitizeiro, envolvendo recursos da ordem de R$ 350 milhões. O governo do Estado tem um projeto básico que compreende a execução isolada do Viaduto do Geisel.

“As duas propostas foram aprovadas pelo DNIT e, nós propugnamos para que a prioridade passe a ser em nível de execução do Projeto do DNIT da Paraíba, que tem uma visão mais global. Só que nesta proposta há uma interferência que será avaliada até o próximo dia 25, que é a desapropriação de áreas. Se o DNIT conseguir materializar os recursos e toda a parte burocrática que agilize essa desapropriação, o órgão doará o seu projeto ao governo do Estado, que por sua vez licitará e executará a obra”, ressaltou.

Por outro, se essa desapropriação se tornar inviável, o DNIT aprovará como já aceitou a proposta do governo do Estado que executará então a obra que não contempla nenhuma desapropriação, acrescentou Barbosa.

Até a data estipulada em reunião, o DNIT vai fazer o levantamento dos custos e ainda avaliar a capacidade financeira que terá para honrar com o pagamento da desapropriação das áreas. “Já se tem uma ideía dos custos, mas não tem uma avaliação formal. O órgão vai fazer essa avaliação da área a ser desapropriada e após mensurar esse valor vai avaliar se tem caixa ou não para pagar os custos dessa desapropriação, caso não, ver se consegue junto ao governo federal os recursos necessários para isso. Se isso não for possível já está previamente aprovada a proposta do governo do Estado e a executaremos”, assegurou.

Para o técnico do DNIT Nacional, José Floretino Caixeta o importante é que as decisões sejam equilibradas para que o usuário não saia perdendo em nada. “A parte técnica já está bem encaminhada e a preocupação de demandar mais uns dias, nesses casos, muita vezes redunda em minimização do prazo da consecução do empreendimento porque toda decisão tomada adequadamente traz esse benefício. Vamos promover um entendimento para que o cidadão seja o principal beneficiário desta obra”, atestou.



Redação com Assessoria

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