Por pbagora.com.br

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, José Ricardo Porto, voltou a cobrar bom senso, não apenas de partidos e candidatos como também de eleitores nessa reta final de campanha eleitoral a fim de conter a propagação do coronavírus e, consequentemente, a infecção de mais pessoas.

De acordo com o desembargador, os juízes eleitorais seguem com sua autonomia para decidir sobre as ações de campanha que devem sofrer restrições, no entanto, a justiça eleitoral tem o dever de fazer as ponderações em virtude da ampliação do decreto de calamidade pública assinado pelo governador João Azevêdo (Cidadania).

“Os juízes eleitorais têm plena e total autonomia para decidir, mas fizemos algumas ponderações em virtude do decreto de calamidade pública que foi assinado pelo governador em razão do avanço da covid-19, notadamente no interior do estado e no sertão. Nossa preocupação é muito grande e caso esse clima de carreata, comícios, arrastões, e outras atividades, não sejam respeitados, a população tem que contribuir com isso, após as eleições a propagação do vírus que ficará com as pessoas irá transbordar de forma fora de controle após o pleito. Mas acredito no bom senso, no equilíbrio, na sensatez de todos e principalmente dos candidatos para que eles evitem aglomerações, porque o vírus segue firme e forte”, explicou.

Atualmente os climas mais acirrados de campanha estão sendo registrados nas cidades Alhandra, Pedras de Fogo, Fagundes e Brejo do Cruz, que solicitaram tropas federais durante a eleição. Os pedidos ainda serão avaliados pela Corte.

PB Agora

Deixe seu Comentário
Notícias relacionadas

João evita antecipar debate sobre 2022: “Foco é na gestão e no combate à Covid”

Em entrevista concedida nesta quinta-feira, o governador da Paraíba João Azevêdo evitou projetar ações políticas para 2022, quando haverá as próximas eleições, incluindo para o Govenro do Estado. Para João,…

Paraíba tem quatro prefeitos que podem não tomar posse; no país são 96 no total

Apesar das eleições municipais terem chegado ao fim, na Paraíba ainda pode haver uma reviravolta e quatro municípios estão na corda bamba quanto a posse, ou não, dos gestores que…