O imbróglio envolvendo a permanência do presidente Edvaldo Rosas no comando do PSB paraibano foi parar na executiva nacional, após o presidente da executiva nacional, Carlos Siqueira, apelar por um entendimento entre as lideranças do partido no Estado diante da polêmica formada por conta das novas atribuições do dirigente, como secretário do Gabinete Civil.

Em contato com a  imprensa, nesta quinta-feira (15), Siqueira encerrou a polêmica e garantiu que Rosas, mesmo sendo secretário, pode sim perfeitamente ocupar os dois cargos, um político e outro partidário.

“Isso não é ilegal [o presidente estadual ser também secretário. É uma decisão política, que cabe ao PSB da Paraíba adotar”, disse Siqueira. Desde a nomeação de Edvaldo Rosas para Secretaria Chefe de Governo, no início do mês, o partido se dividiu. De um lado, as deputadas Cida Ramos e Estela Bezerra, historicamente ligadas ao ex-governador Ricardo Coutinho; do outro, o governador João Azevêdo e o próprio Edvaldo Rosas.

A reportagem do PB Agora tentou entrar em contato com Edvaldo Rosas, nesta quinta-feira (15), para repercutir a informação de uma suposta renúncia coletiva da direção do partido para ascensão do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) ao posto, mas nossas mensagens não foram respondidas.

A última vez que Rosas se pronunciou sobre o imbróglio foi por meio de nota, encaminhada à imprensa, ratificando que não tinha pretensão alguma de deixar a presidência do PSB na Paraíba.

 

PB Agora

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