Raíssa sobre Luiz Couto: "Ninguém deve acreditar nessas ilações. Ameaça de morte é o marketing dele"

A vereador Raíssa Lacerda (PSD) se absteve e criticou a votação de um requerimento do vereador Bira (PT) que solicitava proteção a ex-ouvidora da PM Valdência Lanfranchi, exonerada ontem pelo governador Ricardo Coutinho (PSB).

Ainda segundo a vereadora "ninguém deve acreditar nessas ilações. O eleitor paraibano está ciente que o deputado usa essa estratégia como marketing para se reeleger", denunciou.

Raíssa ainda reafirmou a sua irrestrita solidariedade ao secretário de Administração Penitenciária, Walber Virgolino, vítima das ilações de Couto, que o acusou de participar de um esquema para assassiná-lo.

"Minha solidariedade ao secretário Walber Virgolino. Ele foi apenas mais uma vítima do denuncismo eleitoral do deputado Luiz Couto. Amanhã será outra pessoa que ele acusará para fazer o seu marketing da ameaça".

A parlamentar também destacou "o trabalho de Walber Virgolino a frente no GOE, no Detran e a operação Tareco que está sendo realizada hoje com 24 mandados de apreensão"

"Enquanto Luiz Couto faz marketing, Walber Virgolino mostra trabalho e defende a popúlação paraibana".

Ela acrescenta que "segurança deve ser para toda a população e não um fato isolado de denuncismo".

De acordo com o governador Ricardo Coutinho, o afastamento da ouvidora não tem “nenhuma relação” com as supostas denúncias feitas pelo deputado federal Luiz Couto.

A proteção policial a ex-ouvidora da PM Valdência Lanfranchi foi aprovada na Câmara Municipal de João Pessoa.

Ytalo Kubitschek

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