Por Wellington Farias

Está na cara: a estratégia do governo é a seguinte: ao mesmo tempo em que fortalece a sua base aliada na Assembleia Legislativa, trabalha para “diluir” o grupo de parlamentares dito independente, que já foi G11, agora é G10, e talvez G9 amanhã.

A coisa é mais ou menos assim: não basta apoiar o governo, tem que deixar o denominado grupo dos independentes. Senão não tem… É desse modelo: matando dois coelhos com uma cajadada só.

O mais recente a dar tchau à bandeira da independência foi o deputado Doutor Érico (Cidadania). O primeiro foi o então líder do grupo, Júnior Araújo (Avante). Além de abandonar a tropa, foi exercer um cargo importante na gestão de João Azevêdo, a Secretaria de Governo.

O atual líder do grupo independente, Felipe Leitão, garante que o colega de nome pomposo (Doutor Érico) teria abandonado o barco por pressão do Cidadania. Érico garante que não, que foi por livre e espontânea vontade.

Bem, não se sabe quem está com a verdade. Ninguém nos bastidores da política paraibana, porém, tem dúvida de que, ou o Doutor ou o partido dele, amealhou alguma vantagem oficial. Afinal, a regra do não existe almoço grátis também vale para a política.

Ora, se vale…

Toma lá…
Ao retornar aos trabalhos da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (4), a deputada estadual Doutora Paula, disse com todas as letras que a adesão, ou não, do seu partido (PP) à base aliada do Governo no Poder Legislativo, depende só de uma decisão do deputado federal Agnaldo Ribeiro.

É oportuno lembrar que a amizade – em vias de namoro – do PP com o governo já tem dias. Ficou bem evidente por ocasião da votação do projeto criando a Fundação PB Saúde. Ali, o deputado Ribeiro ordenou que seus três subordinados na Assembleia apoiassem o governo. Pelo jeito, as negociações estão em andamento…

Agora, acreditar que o PP vai aderir ao Palácio da Redenção em troca de nada, aí é atestado de demência.

Pibinho e Dolão
Acumular fracassos tem sido rotina na gestão de Jair Bolsonaro. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2019, que o seu superministro Paulo Guedes projetava ser 2,5, na verdade não passou de míseros 1,1.

Como se não bastasse, o dólar comercial subiu pela 11ª vez consecutiva, fechando o dia na marca dos R$ 4,581 para venda.

Segundo analistas do mercado financeiro, este é o maior valor nominal de fechamento registrado pela moeda norte-americana desde a criação do Plano Real.

E tem gente apostando em que a economia do Brasil está indo pra frente.

Chuva
A expectativa é de que, no interior da Paraíba, será de chuva com força nos próximos dias.

Graças a Deus!!

Wellington Farias

PB Agora

Por Wellington Farias

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