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Análise: força de “nanicos” jamais pode ser desprezada; margem de percentual ínfima é que define uma campanha

As pesquisas eleitorais aqui e alhures, mesmo as chamadas “bocas de urna”, no dia exato da votação, pondo em excelência de qualidade assertiva algumas, verdade é que boa parte da maioria dos números é tendenciosa, e para não ser cruel, pagos os institutos para exibir falsos números a fim de influenciar o eleitorado. E tal fato é uma receita antiga e inquestionável. Por mais que o Tribunal Superior Eleitoral e suas ramificações estaduais busquem conter a proliferação de tais fake news.

Mas vou me arrimar nas de grande confiança, sem citar os institutos de pesquisa que suponho idoneidade nos números apresentados à população. E aqui observo que o candidato do (PP), o ex-senador Cícero Lucena figura na dianteira. Ao seu lado está a grande surpresa: o apresentador Nilvan Ferreira (MDB, seguido de perto pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), o deputado estadual Walber Virgolino (PV), o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB) e Edilma Freire (PV).

Aqui identifico, também, que não coloquei os números percentuais de cada um postulante no intuito de influenciar de maneira positiva ou negativa a campanha de cada candidato, pois tal pesquisa foi datada do dia 22 de outubro. E colocar números do pretérito, na minha concepção, é desleal e leviano.

Mas há algo que pode ser posto sem a menor dúvida neste artigo. Os chamados pejorativamente candidatos “anões”. Eles terão importância incomensurável em um eventual segundo turno na Capital Paraibana. Somado os menos lembrados nas intenções de votos, juntos formam uma força expressiva de 6% dos votos válidos.

Além desses números, temos possivelmente 13% entre brancos e nulos, além de 7% que estão no limbo aguardando um chamado santificado para uma postura mais definitiva.

Em resumo, desdenhar de João Almeida (Solidariedade), Raoni Mendes (DEM), Anísio Maia (PT), Itálo Guedes (Psol) e Rama Dantas (PSTU) é jogar ao fogo fátuo da decomposição orgânica, ou suicídio eleitoral, milhares de votos. É bom que se entenda que, como no teatro da guerra, qualquer força de combate aliada, por menor que seja, é importantíssima. Eis o exemplo do Brasil na Segunda Guerra Mundial na gloriosa tomada de Monte Castello, na Itália.

Esmagou uma força alemã com bom calibre, posição privilegiada e em termos numéricos bem maiores que a brasileira. Prevaleceu a tática, a tenacidade e o espírito de corpo das chamadas Forças Expedicionárias Brasileiras. “E a Cobra Vai Fumar!”. E como vai!!!!

 

Eliabe Castor
PB Agora

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