A tarefa prevista para os chefes de Executivo, em todos os níveis, para o pós-pandemia, não é missão para qualquer um. Principalmente no tocante aos governadores de Estado.

Ao final desta pandemia, os Estados brasileiros inevitavelmente estarão com suas economias combalidas, com os níveis de arrecadação muito aquém de todos os planejamentos e expectativas. Sem falar na enorme legião de desempregados ainda maior do que vinha sendo até o coronavirus.

 

Na Paraíba

O governador João Azevêdo em sua última live já deu a entender que compreende muito bem a máxima segundo a qual “quem é coxo parte cedo”: referiu-se a um plano de governo destinado a soerguer a economia da Paraíba da situação decorrente da pandemia. Um plano que, naturalmente, embute medidas para a retomada do desenvolvimento em todos os níveis.

Batata quente

Não será tarefa fácil para governador nenhum resgatar a economia de um Estado, retomar o combate ao desemprego e a rota do crescimento geral. Tudo isso depois de uma pandemia que já dura mais de 60 dias e não tem datam para terminar.

No caso da Paraíba podemos até dizer que tivemos sorte. Afinal, o Estado vem de oito anos de uma gestão do ex-governador Ricardo Coutinho que, além de ter promovido grandes realizações, deixou o Estado em uma situação econômica privilegiada em relação a quase todos os outros estados brasileiros.

Não adianta. A gestão de Ricardo Coutinho foi referência para o Brasil. Tanto pelo seu portfólio de obras, como pela competência com que navegou com tranquilidade em meio às crises econômicas que levaram outros Estados à quase falência.

Ciente da necessidade de ter alguém para dar continuação às suas realizações, o projeto político-administrativo do PSB, capitaneado por Ricardo Coutinho, elegeu o governador João Azevêdo, que foi um dos seus melhores quadros.
E João Azevêdo tem demonstrado capacidade de manter o Estado da Paraíba numa situação de equilíbrio.

Comparando

Quem vive na Paraíba ou acompanha a sua história recente sabe das dificuldades que provavelmente estaríamos metidos em outras épocas em que até os compromissos mais elementares eram difíceis de serem saudados.

 

Wellington Farias

PB Agora

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