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Opinião: com esse festival de pedidos de impeachment, a oposição vai terminar virando folclore

Tantos problemas merecedores da atenção dos senhores deputados, aí vem a oposição – mais uma vez – com essa asneira de impeachment do governador João Azevêdo e da vice-governadora Lígia Feliciano.

Além de deixar transparecer que não tem nada a propor, a oposição passa um atestado de incompetência. Aliás, o segundo, porque o primeiro que foi aquele pedido de impeachment anterior, mal feito, descabido e que denotou um amadorismo gritante. Tudo bem, se quer fiscalizar, ótimo; se quer fazer barulho, que faça; se quer palanque, que pelo menos o faça com o mínimo de inteligência.

A menos que, de uma hora para outra, ou por alguma razão qualquer, a maioria dos deputados se rebelem contra o governo, este pedido de impeachment não logrará êxito. Não há motivos, as alegações se apegam a fatos que antecedem ao mandato do governador.

Alguém de bom senso acredita mesmo que, em meio a esse boi-de-fogo da Calvário, bafejando o tempo todo no cangote do governo, o governador João Azevêdo iria se arriscar a um vacilo no exercício do mandato?

Quem viver verá: este novo pedido de impeachment, protocolado pelo deputado oposicionista, Wallber Virgolino, autor da primeira proposta que gorou, tem um destino certo – os arquivos mortos da Casa de Epitácio Pessoa.

Bananeiras
O prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, está rindo à toa. E não é pra menos: agora mesmo, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba afastou a possibilidade de sua cassação, por quatro votos a três.

O TRE julgou improcedente a AIJE promovida pela oposição, contra o seu mandato, que, em primeira instância, havia sido cassado pelo juiz Jailson Shizuel da 14ª Zona Eleitoral.

Surprise
Não se admirem se um dia o PMDB e o PV apresentarem duas surpresas como candidatas à sucessão do prefeito Luciano Cartaxo.

Na verdade, os partidos estão percebendo que, com estes nomes cogitados, sem densidade eleitoral, sem discurso e sem experiência nenhuma em política, não irão muito longe.

Principalmente se um político que muita gente acha que não vai disputar por os pés na raia, nenhum deles é páreo pra vencer.

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