Mais atento às questões fundamentais para o desenvolvimento do Estado, do que às questões políticas, o governador João Azevêdo sinaliza, com suas ações, que de fato está focado em tudo aquilo que possa garantir uma situação estável à Paraíba. Agora mesmo, Azevêdo anuncia um arrojado projeto com o qual pretende oferecer ao Estado uma segurança hídrica capaz de perdurar pelo menos até 2022.

Água é vida; água é desenvolvimento; água é capacidade de competir na disputa por indústrias. Embora água seja tudo isso e muito mais, poucos foram os governantes paraibanos que atentaram para o grave problema da escassez deste produto tão necessário quanto o ar. Pelo menos nos últimos 50 anos, quando se fala em segurança hídrica, nos vem à mente o Projeto Canaã, idealizado e concretizado pelo ex-governador Wilson Leite Braga; e, agora, este arrojado projeto de aproveitamento e redistribuição de água. Projeto este que foi pensado e em executado primeiro na gestão de Ricardo Coutinho, com a construção de açudes, barragens e adutoras, e gora continuado por João Azevedo.

A propósito, o governador paraibano tem dito que para se alcançar níveis de desenvolvimento econômico satisfatórios é necessário ir muito além de questões pontuais e ter uma visão global dos problemas. O que, segundo ele, necessariamente passa por três eixos: a construção e manutenção de estradas; investimentos em obras hídricas; e em ações à geração de energias alternativas.

E de acordo com o que João Azevêdo anunciou, em reportagem de página no jornal oficial, A União, a meta do seu governo no campo dos recursos hídricos é ousada: o projeto vai garantir a total segurança hídrica da Paraíba até 2022. “Na hora que você tem uma logística de transporte desenvolvido, segurança hídrica estabelecida, e associada a esses dois elementos pesquisa e tecnologia, por meio, por exemplo, da nossa Rede de Ensino Superior, nós temos condições de levar a Paraíba para outro patamar de desenvolvimento regional”, garante Azevêdo.

Para o governador do Estado da Paraíba, ainda há muito a ser feito quanto aos recursos hídricos, mesmo que, na gestão de Ricardo Coutinho, quando ele era secretário de Infraestrutura e Recursos Hídricos, tenha montado um ousado programa de construção de adutoras. Por este programa entenda-se,1,5 mil km de adutora, dos quais mais de 800 km já estão em operação e mais 600 km, em execução.

Deficiência

Apesar de tudo, segundo o governador João Azevêdo, a Paraíba ainda tem deficiências na sua estrutura hídrica. É um Estado em que chove muito pouco e tem 75% dos seus municípios dentro do Semiárido.

Indústria

Ao mesmo tempo em que prepara a Paraíba para enfrentar com tranquilidade os problemas inerentes a todos os Estados da Região Nordeste, o governador João Azevêdo se mexe no sentido de atrair indústrias para a Paraíba, afim também de ampliar a capacidade de geração de empregos.

Agora mesmo, o governador garante que fechou acordo com mais um grupo industrial a se instalar no Estado, sobre o qual ainda faz segredo, porque falta formalizar os acordos e assinar documentos.
Tudo armado

Sobretudo nas emissoras de rádio, começam a se levantar vozes alugadas de “ouvintes” em uníssona orquestração contra a gestão de Luciano Cartaxo. A ordem é botar todo tipo de defeito. Afinal, a eleição municipal está marcada para o próximo ano.

 

Wellynton Farias

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