Por pbagora.com.br

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (8), 1º Encontro Nacional de Comunicadores, promovido pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), que o mundo vai sair da crise e que saiu esperançoso da reunião do G20, em Londres.

“Eu voltei de Londres convencido de que nós vamos conseguir dar a volta por cima dessa crise. Nós sabemos que tem países com mais problemas que outros”, discursou o presidente.

Segundo ele, por sua sugestão os líderes dos países mais industrializados do mundo começaram a reunião na Inglaterra contando quais os problemas econômicos estavam enfrentando em seus países. “Não tinha ninguém arrogante, todo mundo muito humilde e todos doidos para que o outro tivesse a solução para o seu problema. Uma das coisas que falei no jantar com Gordon Brown [primeiro-ministro britânico] é que cada governante começasse a reunião contando os problemas que tem para gente saber o tamanho do buraco da crise, senão fica dando opinião sem saber do que está falando”, contou.

Lula disse que uma nova ordem mundial está surgindo e que os países em desenvolvimento, em especial os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), terão mais voz. Ele comemorou novamente a possibilidade do Brasil poder contribuir financeiramente com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Eu brinquei, mas com sentimento de muita seriedade, quando me perguntaram sobre emprestar dinheiro para o FMI e eu respondi que sim e com muito prazer, porque temos condições e precisamos contribuir e todos que podem precisam contribuir e não ficar apenas procurando culpados pela crise porque a doença está disseminada e o remédio precisa existir”, argumentou.

Para o presidente, a reunião entre os líderes das principais economias do mundo conseguiu criar um novo marco regulatório mundial. “O fato é que a reunião do G-20 conseguiu produzir como resultado coisas inesperadas pelos mais otimistas do mundo. Efetivamente, o G20 construiu um novo marco regulatório de uma nova ordem mundial que deve aparecer próximos meses. Nunca acontece no dia seguinte”, disse.

 

G1

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