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Maranhão tira o doce da boca das lideranças

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Que Veneziano que nada. Maranhão  foi tirar um técnico para colocar como substituto na presidência do PMDB paraibano: Antônio Sousa. Consultor, discreto e sem voto, ele preenche dois requisitos básicos: não faz sombra ao governador e, principalmente, serve como uma indicação neutra, tão necessária quando se quer evitar disputas internas.

A impressão que se tem é de que o governador preferiu uma indicação pra lá de doméstica a fim de evitar que se faça dessa substituição uma guerra de gregos e troianos. Só que o efeito pode ser inverso. Ao evitar magoar alguns, Maranhão pode ter desrespeitado muitos com essa indicação. Ora, quem é que não queria presidir o PMDB da Paraíba? Exatamente agora quando o partido é governo do Estado?

O deputado Trócolli Júnior, coitado, chegou a defender um rodízio para que todas as lideranças pudessem ter o direito de assumir o posto.

Maranhão agiu como um pai de oito filhos que, diante de uma briga por um brinquedo, contempla um sobrinho. E, assim, no lugar de deixar sete irritados, deixou oito. Haroldo Lucena, o eterno preterido da legenda, já revelou os descontentamentos. O pior de tudo é que Maranhão fez toda a manobra sem avisar a ninguém. Ou seja, deixou todo mundo dando entrevista com aquela cara de “pode ser eu, pode ser fulano”.

Ou seja, desmoralizou todo mundo. Mais uma vez. Mas ele pode. É governador do Estado.

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