Por pbagora.com.br

O deputado Romero Rodrigues (PSDB) disse, nesta sexta-feira, que as poucas iniciativas adotadas pelo Governo Maranhão III até agora se limitam, no máximo, a “pegar carona” em vários projetos engatilhados e praticamente concluídos pelo ex-governador Cássio Cunha Lima. “O que é lamentável é que o governador empossado pelo TSE, por uma questão de justiça, sequer registra o crédito a quem cabe”, ataca Rodrigues.

Para o deputado da bancada tucana na Assembléia Legislativa, José Maranhão tem procurado tirar benefícios de projetos, ações e recursos assegurados na gestão de Cássio. Cita o caso do empréstimo de 100 milhões de dólares junto ao Banco Mundial; os recursos na ordem 29 milhões de dólares para renovação do contrato para financiamento do Projeto Cooperar e até mesmo, esta semana, a inauguração do Banco de Olhos.

“Tudo isso foi preparado, definido, planejado e executado pelo governador Cássio, que não teve condições de consolidar as conquistas por conta da cassação imposta pelo TSE”, revela Romero Rodrigues, observando que o governador José Maranhão praticamente se limita a “cortar fita” ou anunciar liberação de recursos como se fosse resultado de sua gestão.

Em relação aos empréstimos para a recuperação e construção de mil quilômetros de rodovias e ao financiamento do Projeto Cooperar, segundo ressalta Romero Rodrigues, ex-secretário de Governo de Cássio Cunha Lima, todo o processo mais complexo e difícil de tramitação foi realizado nos dois primeiros anos do segundo mandato do ex-governador. No final de 2008, só havia mesmo pendência burocrática simples para se sacramentar a liberação dos recursos pelo BID.

Em obras como o Banco de Olhos da Paraíba e uma série de outras na área de saúde, o deputado tucano destaca, também, que o ex-secretário Geraldo Almeida, da Saúde, também deixou concluídas, prontas, e até já tinha pré-agendado inaugurações com a participação de Cássio Cunha Lima. Segundo Romero Rodrigues, em nenhum registro da comunicação oficial do atual governo existe qualquer menção ou registro, “sem favor, mas por justiça”, ao que foi feito na gestão anterior.
 

PB Agora

 

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