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Lupi garante que não guarda mágoas, mas admite decepção com Feliciano

Defensor da pré-candidatura da vice governadora Lígia Feliciano ao governo do Estado, presidente nacional do PSD, Carlos Lupi, garantiu em entrevista, que não “guarda mágoas de ninguém” ao justificar os motivos que levaram a direção nacional a fazer a intervenção do PDT na Paraíba.

A saída do deputado federal Damião Feliciano foi o estopim para a intervenção. O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, chegou a declarar que estava decepcionado com o deputado federal paraibano, Damião Feliciano, que aproveitou a janela partidária para se filiar ao União Brasil.

Com a intervenção, a família Feliciano perdeu o comando da legenda no Estado. O partido agora é comandado na Paraíba pelo advogado Marcos Ribeiro.

A intervenção na Executiva Estadual foi aprovada pelo pelo Diretório Nacional com aval de Carlos Lupi.

“Durante mais de 10 anos nós confiamos à família Feliciano todos os espaços, todas as considerações, o comando do partido, tudo eles puderam fazer. E às vésperas dos prazos para a filiação partidária, eles comunicam que estavam saindo porque não estavam conseguindo formar a nominata. Nós não somos um partido sucursal de ninguém”, disse Lupi.

Lupi, que sempre defendeu a pré-candidatura de Lígia, mesmo com o isolamento político da vice governadora, fez um desabafo, e disse que não tinha “mágoa de ninguém”

“Não tenho mágoas de ninguém, pois quem carrega mágoas fica doente. Resta decepção pela falta de correspondência, de companhia e de lealdade com quem sempre foi correto, cordial e leal”.

A antiga direção estadual do PDT na Paraíba, liderada por Gustavo e Renato Feliciano, defendeu a manutenção da pré-candidatura de Lígia Feliciano, atual vice-governadora da Paraíba para formar um palanque eleitoral para o pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes.

A pré-candidatura de Lígia ao governo do Estado, ainda não empolgou, e a vice governadora está isolada e com poucos apoios. Sem aliados, sem partidos e sem apoiadores, a pré-candidatura da vice-governadora Lígia Feliciano, tenta consolidar a candidatura ao Palácio da Redenção.

Com a intervenção no PDT estadual, a pré-candidatura de Lígia Feliciano ao Governo do Estado fica prejudicada e não tem mais o aval da Direção Nacional.

SL
PB Agora

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