Por pbagora.com.br

O pré-candidato ao governo do Estado pelo PV, Lucélio Cartaxo, garantiu que vai negociar aliança com o PSC, SD e PP, mesmo sem que as legendas tenham espaço para compor a chapa majoritária, que já foi praticamente composta com o PSDB e PSD.

As declarações aconteceram, em resposta à afirmação da Executiva do PSC de que tem pretensões de marchar ao lado do MDB em apoio ao senador José Maranhão que também é pré-candidato ao governo estadual.

“Claro que acredito que vamos juntos. Estamos conversando com os partidos e não estamos formando uma chapa na imposição. Tem sido feito com entendimentos. Agora, tem legendas que têm o entendimento mais rápido do que outras”, disse.

O deputado Renato Gadelha voltou a afirmar que ainda não há definição para que a sigla feche a aliança para apoiar a candidatura de Lucélio. Renato Gadelha acredita que acompanhar José Maranhão é o mais viável. Já o presidente estadual do Solidariedade, deputado Bruno Cunha Lima, justificou que sua legenda ainda não definiu apoio. Mas, que não está impondo vaga na chapa majoritária. Ele afirmou que está buscando uma aliança onde a ideologia seja mais condizente com as propostas apresentadas pelo seu partido.

Entenda o caso –  Após o anúncio de que o irmão de Luciano Cartaxo, prefeito de João Pessoa, seria ungido à condição de pré-candidato a governador, imediatamente houve uma reação em cadeia das lideranças do PP, entre os quais Enivaldo Ribeiro, vice-prefeito de Campina Grande, e Daniela e Aguinaldo Ribeiro, assim como do PSC, na voz do deputado Renato Gadelha: não aceitariam, em hipótese alguma, a imposição de uma candidatura por dois partidos – PSDB e PV. Enivaldo, a propósito, fez um paralelo interessante com a gastronomia, registrado à époc.

“É como se você entrasse num restaurante, pedisse o menu, e o sujeito trouxesse um prato feito. Não aceitamos”, disparou.

Pelas movimentações que vem ocorrendo nos bastidores, PSC e Solidariedade estaria mais próximos de José Maranhão, enquanto que o PP estaria em conversações avançadas com o PSB, visando apoio à pré-candidatura de João Azevêdo. E a se confirmar tal perspectiva, saem ganhando os socialistas, devido a maior capilaridade eleitoral do PP, que também tem o quarto maior tempo de televisão e rádio.

Redação

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