Por pbagora.com.br

O deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB), acusou a oposição – citando nominalmente o deputado estadual Cabo Gilberto e o deputado federal Julian Lemos (ambos do PSL) – de atuarem de forma leviana e irresponsável nos debates sobre segurança pública na Paraíba, especialmente no mês de junho, quando milhares de pessoas ser reúnem para comemorar os festejos juninos os mais diversos municípios do estado.

– É uma coisa recorrente. Todo mês de junho – podem atentar – os opositores da segurança pública a Paraíba (porque não são defensores, são opositores, esse é que é o fato) se instrumentalizam de informações, as mais diversas, e muitas vezes inverossímeis, para tentar correr as práticas das polícias Militar e Civil, focando, de forma pouco responsável, para que esses profissionais não cumpram o seu papel em defesa da vida e em defesa da sociedade paraibana – disparou.

Justamente neste período, enfatiza Barbosa, em que multidões são reunidas, nos mais diversos municípios paraibanos, para as comemorações dos festejos juninos. “São milhares de pessoas reunidas para celebrar o que tem de mais importante na nossa cultura, que são os festejos juninos”, destacou o parlamentar, insinuando uma tentativa de sabotar os festejos juninos e deixar a população desprotegida.

O deputado acusou os dois parlamentares de disseminarem, diariamente, notícias, nos mais variados veículos de comunicação do estado, “para promover a cizânia, promover o descontentamento, instigar a corporação a cruzar os braços, quando na verdade precisamos da corporação unida para defender nossas vidas, para defender as vidas dos nossos familiares”.

O deputado acrescentou que essa cantilena é conhecida, especialmente no mês de junho, quando “começa esse fogo de monturo, que cresce de forma a estimular a Polícia Militar a não exercer a sua condição plena de promover a salvaguarda de nossas vidas.
Barbosa admitiu que as críticas à hora-extra pago aos policiais durante os plantões nos festejos juninos poderia ter um valor mais significativo, e se comprometeu a conversar com o governador João Azevedo (PSB) a respeito desse assunto, “para ver se encontramos uma forma de aumentar essa gratificação”.

– É baixo o valor da hora-extra pago os profissionais que são deslocados para o cumprimento dessa missão, mas é preciso que tenhamos a responsabilidade de não fazermos com que a Polícia Militar, notadamente, neste mês o seu papel mais precípuo de salvaguardar a vida do povo paraibano – concluiu.

 

Redação

 


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