Eleito pelo PMDB, o recém empossado prefeito do município de Cabedelo, Leto Viana, que deixou a legenda para ingressar nos quadros do PTN, oito meses após a eleição, terá que ter jogo de cintura junto à legenda de José Maranhão (PMDB) para não ter o mandato questionado na justiça por infidelidade partidária.

É que em 2012, Leto tentou encabeçar a chapa do PMDB para disputar a prefeitura da cidade portuária, mas teve as pretensões frustradas pela direção da legenda, que deu a Luceninha a prioridade da candidatura. A decisão da sigla de José Maranhão não foi bem digerida por Leto, que cuidou de trocar o PMDB pelo PTN.

Para o deputado estadual Trócolli Junior, Leto Viana traiu o PMDB e poderá sim ser alvo de ações na justiça por infidelidade partidária já que a vitória em 2012 foi dada a um candidato do PMDB e não do PTN.

Indagado pela reportagem do PB Agora se a renúncia de Luceninha representava uma perda para o PMDB, Trocolli, que chegou a ter a legenda negada para a disputa pela sucessão municipal em Cabedelo, disse que o partido, naquela época cometeu um equívoco.

“O PMDB naquela época cometeu um equívoco dando a oportunidade para Luceninha e nessa mesma época Leto deixou o partido porque não estava satisfeito, não foi uma saída bem digerida a dele”, asseverou.

Até agora a executiva do PMDB não se posicionou sobre que atitude tomará.



Márcia Dias


PB Agora

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