Por pbagora.com.br

O deputado federal eleito, Julian Lemos (PSL), em entrevista a imprensa, disse que o governo de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, está estudando as contas públicas e nos próximos dias revelará a análise realizada até então. Ele afirmou que se estima o corte de mais de 10 mil pessoas na estrutura federal. O futuro parlamentar criticou as informações colhidas e teceu críticas aos governos passados, destacando também quais medidas a próxima gestão deve tomar para organizar o país.

 

“É algo assustador. Até o petista mais fiel vai achar absurdo o que fizeram com o país. São milhares de obras que só tinham começo. Essa história de PAC é algo que as pessoas ficarão horrorizadas. Já o governo atual faz manobras para permanecer com o aparelhamento, nomeando de forma irresponsável. O aumento do Judiciário, que acho imoral. Isso tudo na primeira semana de transição”, declarou.

 

Julian Lemos ressaltou que uma das marcas do futuro governo será o enxugamento dos gastos. “Não é possível que tenhamos um lugar que funcione com 200 termos 350. Tem gente que é chefe de si mesmo. Nosso presidente tirou de 28 ministérios para 16. E vai enxugar o máximo que puder”, disse.

 

Uma dessas mudanças, segundo Julian, será o fim da prática de “premiação” com cargos federais. Questionado sobre a participação de Pâmela Bório no Governo Bolsonaro, por exemplo, candidata a deputada que fez campanha para o PSL na Paraíba, Julian Lemos disse que “Pâmela não teve coeficiente para a suplência. Ela veio para o PSL, foi um partido que a abraçou, demos a garantia que ela saísse candidata e ajudamos financeiramente dentro das nossas posses. Nesse primeiro momento nosso compromisso se encerra. Não estou dizendo que ela não fará, mas não tenho nenhuma obrigação neste sentido”.

 

Redação

 


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