Por pbagora.com.br

O deputado federal Julian Lemos, do PSL/PB, reagiu, nesta terça-feira (22), às declarações do ex-presidente do PSL de Sergipe, João Tarantela, contra ele – sobre um suposto complô na legenda e uma traição a Bolsonaro capitaneada pelo paraibano – e alertou para a falta de legitimidade do agente político do estado vizinho para falar seja do partido seja de seus integrantes.

Julian explicou que foi o responsável por nomear Tarantela presidente da sigla no Estado, todavia, diante do excesso de brigas, e devido às negociações avançadas do presidente Bivar para nomear outro nome, apenas consolidou a mudança.

“Uma coisa que está me espantando é o nível de maluquice que me aparece pelo meio do caminho. Esse cidadão, chamado João Tarantela, que foi nomeado por mim há quase 2 anos para presidir o diretório estadual de Aracaju e foi trazido por um tal de Waldir Viana, esses dois, em menos de um ano praticamente se mataram um ao outro. Esse pessoal aí faz parte daquilo que eu mais abomino, que é o extremismo político. Um cidadão desse liga para o meu estado, mentindo descaradamente. O que aconteceu foi que eu como membro da executiva nacional fui informado que um determinado deputado do Estado já estava em negociação com o presidente Bivar e tinha interesse de receber a legenda lá. Então essas pessoas que não tem o que falar de mim saem de seus estados como extraterrestres para falar dos outros. Esse pessoal só sabe fazer muito barulho. Quando eu cheguei em Aracaju só tinha briga e não tinha mais nem diretório lá formado. Apenas cheguei como membro da executiva e informei que outra pessoa iria assumir, aí esse cidadão (João Tarantela) vem dizer que eu faço parte de um sistema”, disparou.

Segundo Lemos, ‘na fila do pão, João Tarantela não é ninguém’.

“Eu fiquei surpreso, mas esse cidadão na fila do pão não é ninguém. Ele não é sequer representante do PSL, não tem legitimidade para falar em nome do partido e sequer de Aracaju. É mesmo que pegar alguém na rua e botar para falar no microfone. Ele é apenas alguém que um dia foi candidato e teve a candidatura impugnada por falta de documentação, então ele não é ninguém na questão política”, emendou.

As declarações repercutiram no programa Arapuan Verdade.

PB Agora

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