Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) quer que Brasil lidere debate sobre direitos humanos e privacidade

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) resolveu manter, na tarde da última terça-feira (06), a condenação do ex-senador paraibano Lindbergh Farias (PT-RJ) pela distribuição de leite à população, quando prefeito de Nova Iguaçu, acompanhada de um material considerado pela justiça de promoção pessoal.

Lindbergh Farias já havia sido condenado em primeira instância no processo que tramitou na Comarca de Nova Iguaçu, mas recorreu à segunda instância. Como ele não foi reeleito e não cumpre qualquer mandato no Congresso Nacional, o ex-senador não possui foro privilegiado. Graças à condenação, os direitos políticos de Lindbergh foram suspensos por quatro anos. A decisão é da juíza do Rio de Janeiro, Nathalia Calil Miguel Magluta.

Em defesa do ex-senador, o PT afirma que o caso é “absurdo” e que Lindbergh foi condenado por “ter usado o símbolo da prefeitura à época e que sequer remetia à imagem pessoal dele”. Nas redes sociais, a presidente nacional do PT, a agora deputada federal Gleisi Hoffmann , comentou o caso, alegando arbitrariedade jurídica.

“Soube agora que Lindbergh Farias foi condenado pelo TJ do Rio por utilizar uma logomarca – sol estilizado com inscrição ‘ Prefeitura de Nova Iguaçu ‘ – em um programa municipal quando era prefeito”, diz. “Alegaram promoção pessoal. O que nos sobra da Justiça? A complacência com Flávio Bolsonaro?”, afirmou Gleisi.

 

Redação

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