O ministro da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves, nomeou hoje 108 servidores de 36 ministérios para auxiliar a equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff. Entre eles, ministros, secretários-executivos e coordenadores de programas governamentais. Os servidores atuarão como interlocutores da atual gestão junto à equipe de transição e deverão prestar todas as informações e o apoio técnico solicitados. Em cada um dos órgãos governamentais foram designadas três pessoas (veja aqui a relação).

Na Casa Civil, por exemplo, foi designada a coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Miriam Belchior. Na Secretaria de Direitos Humanos, o ministro Paulo Vannuchi, fará parte da comissão do governo Lula. Na Controladoria-Geral da União (CGU) consta o nome do secretário-executivo, Luiz Navarro.

A assessoria do grupo de transição da presidente eleita afirmou que não interferiu na escolha dos nomes indicados pela Casa Civil que, por sua vez, ainda não se pronunciou a respeito de um eventual critério para a escolha dos servidores. Há a possibilidade também de que os próprios órgãos tenham indicado os servidores.

Do outro lado, a equipe de trabalho de Dilma conta com 25 nomes. Entre eles, Clara Ant, que atuou como assessora especial da Presidência e trabalhou na campanha de Dilma, Helena Chagas, chefe da equipe de comunicação da campanha e ex-diretora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e, também, Anderson Braga Dorneles, ex-assessor especial da Casa Civil.

A instituição da equipe de transição governamental, bem como a quantidade dos Cargos Especiais de Transição Governamental (CETG) e valores, foi determinada no final do governo Fernando Henrique Cardoso pela Lei n° 10.609. A equipe tem acesso às informações relativas às contas públicas, aos programas e aos projetos em andamento do governo federal. Depois de primeiro de janeiro, o grupo tem o prazo de dez dias para encerrar os trabalhos, sendo automaticamente exonerados das funções após esse período.


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