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Em debate, Marcos Dias diz que RC cortou salários de grevistas

Durante debate na TV Master, o candidato a vice-governador do PSOL, professor Marcos Dias, afirmou que o PMDB foi governo por várias ocasiões e não cuidou corretamente da Educação. Ao discordar dos argumentos da candidata Lígia Feliciano, que se esforçava para elogiar o Governo do PSB, Marcos Dias afirmou ainda que Ricardo Coutinho tratou , em seu Governo, os grevistas com corte de salário.

Pautada pela iniciativa de Lígia Feliciano, a seca que atinge o interior do Estado, também foi discutida por Marcos Dias. Enquanto a candidata Lígia parecia acreditar que o governo acabou com a seca no Estado, o vice do PSOL acendeu o debate ao afirmar que o problema da seca tinha natureza essencialmente política. Marcos Dias disse que seca não era resolvida porque não há decisão do Governo Ricardo Coutinho.

Num ponto alto do debate, Marcos Dias fez a plateia rir, ao dizer seu partido não integra a oposição do PMDB. “O PSOL, por sua coerência, merece respeito e não integra esse bloco com o PMDB”, afirmou Dias, se diferenciando de candidato Roberto Paulino, que teria colocado todos os oposicionistas do governador num mesmo bloco.

O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, que esteve presente ao debate na TV Master, ao lado do candidato ao senado pelo PSOL, Nelson Junior e o candidato ao Governo, Tárcio Teixeira, comentou o debate e fez críticas aos adversários de Marcos Dias.

Quanto à candidata Lígia Feliciano, Galdino comentou que ela tentou enganar, no debate, ao dizer que orçamento democrático do Governo do Estado ouve o povo. Sobre o candidato Ruy Carneiro, o dirigente destacou que Ruy não respondeu bem a questão levantada por Lígia Feliciano, de modo que Ruy secundarizou a questão da saúde da mulher. “O alvo de Ruy era o governador e não deu a devida importância à questão das políticas públicas sobre a saúde da mulher”, comentou.

“Não foi das melhores a resposta de Ruy aos questionamentos de Roberto Paulino quanto ao fato de que o Governo de Cássio Cunha Lima não teria cumprido a Constituição Federal na exigência de aplicação mínima de 12 % dos recursos na Saúde. Deixando a platéia e os ouvintes em dúvida, Ruy Carneiro apenas limitou-se a dizer que se Cássio teve as contas de seu governo aprovadas, foi porque cumpriu as exigências legais na Saúde”, comentou.

Assessoria

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