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Em Brasília, Ruy participa de reunião para debater preço dos combustíveis e demanda energética

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O deputado federal Ruy Carneiro participou na manhã de hoje (14) de reunião da comissão geral da Câmara dos Deputados que teve a presença do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, para debater, o preço dos combustíveis, a situação da operação das termelétricas e outros assuntos relacionados à empresa.

Durante a reunião, o presidente da Petrobras respondeu a questões formuladas pelos líderes dos partidos na Câmara, sobre investimentos, custos e operações de mercado e tentou justificar os preços adotados para os combustíveis.
“O brasileiro vive atualmente sendo pressionado financeiramente por diversos aumentos nos preços dos combustíveis. Aqui na Paraíba, já temos gasolina sendo vendida a mais de R$ 6, assim como o valor da gasolina, diesel e gás de cozinha também tem pesado no orçamento das famílias”, por isso esse debate é de extrema importância, para que nós possamos acompanhar esses reajustes e as demandas da empresa, que precisa trazer algum retorno social ao país.

Ruy ainda lembrou um grave problema trazido pela alta dos combustíveis. “O alto custo dos combustíveis já retirou das ruas 25% dos motoristas de Uber no país. São pessoas que já não tinham emprego e agora estão sem nenhuma fonte de renda”, exclamou.
O general Silva e Luna destacou que, em relação ao preço da gasolina, uma parte desse valor é para cobrir os custos de produção, investimentos e juros da dívida, e outra parte corresponde ao pagamento de impostos.

Já em relação ao preço do gás de cozinha, Joaquim Silva e Luna explicou que sobre eles só incide impostos estaduais, pois os impostos federais foram zerados.
Além dos combustíveis, os parlamentares também debateram a grave crise hídrica. 2020 marca os 20 anos de um drástico racionamento de energia. “Outra questão importante é a crise desencadeada pela escassez de chuvas nas regiões onde estão localizados os reservatórios de hidrelétricas. Queremos saber o que tem sido feito para controlar a situação e minimizar os prejuízos econômicos do risco de desabastecimento”, conclui Ruy.

Da Redação com Assessoria

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