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Eleições 2026 colocarão em jogo mandato de dois terços do Senado e devem mudar a cara da Casa

Em outubro deste ano, mais de 155 milhões de brasileiros irão às urnas para eleger o presidente da República; 27 governadores; 54 senadores (2/3 do total); 513 deputados federais; e deputados estaduais e distritais, sendo que nesse caso, o número varia conforme o estado.


 

Embora o foco esteja na disputa pela presidência da República,  devido a polarização que o país enfrenta na queda de braço entre a “direita” e a “esquerda”, a eleição do Senado, será uma das mais decisivas. E disputada.  Isso porque, o pleito colocará em jogo 54 das 81 cadeiras, ou dois terços do total. Cada um dos 26 estados, além do DF, vai eleger dois parlamentares para um mandato de oito anos.

A renovação é grande e deve mudar a cara do Senado a partir de 2027. Por isso, governo e oposição tratam essa disputa como prioridade.
 
Quais são as vagas em jogo?
 
A eleição para o senado deve alterar a bancada dos principais partidos. O PL, partido do ex-presidente  Jair Bolsonaro, tem sete dos 15 senadores em fim de mandato. ·O PSD vai colocar 11 de suas 14 cadeiras em disputa, enquanto que o  MDB terá nove de suas dez cadeiras em jogo.


O PT do presidente Lula, tem nove senadores hoje, dos quais seis estão encerrando o mandato.
 

 
Alguns partidos vão para a eleição com todos os seus senadores em fim de mandato. Nesses casos, o desafio será manter representação na Casa.
Estão nessa situação o Podemos (4 senadores), o PSDB (três) e o Novo (um).Os senadores em fim de mandato podem disputar a reeleição.
 

 
Com tanto poder e tantas vagas em disputa, governo e oposição buscarão ampliar suas bancadas para ter um maior controle das votações na Casa.
 

 
De olho para o futuro do PT no Congresso Nacional,  a petista Gleisi Hoffmann anunciou que deixará de ser ministra para disputar o Senado pelo Paraná. Outros ministros podem fazer o mesmo nas próximas semanas, como Marina Silva, Simone Tebet e Rui Costa.
 

 
Na oposição, o vereador Carlos Bolsonaro transferiu o título de eleitor do Rio de Janeiro para Santa Catarina para se candidatar ao Senado. Michelle Bolsonaro pode sair candidata no DF.
 

 
Com o cenário prestes a mudar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva  vem alertando o PT e seus aliados sobre a importância da disputa no Senado.
 

 

As atribuições do senador são muitas. No  Plenário eles são soberanos. Além de projetos de lei e propostas para mudar a Constituição, discussões sobre pedidos de impeachment de ministros do STF vão e voltam ao Senado.
 

 
Além de propor e votar propostas legislativas, como a Câmara, cabe ao Senado, processar e julgar o presidente da República por crimes de responsabilidade; processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade; aprovar indicações de novos ministros do STJ e do STF, o procurador-geral da República, o presidente e diretores do Banco Central, embaixadores e outras autoridades.
 

 
O primeiro turno da eleição será no dia 4 de outubro. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

SL

PB Agora

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