Por pbagora.com.br

 O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) obteve um “lucro indevido” de R$ 900 mil com fundos de investimento da Prece, que gerencia as pensões da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro). As operações que desviaram dinheiro para Cunha foram realizadas entre 2003 e 2006.

Os dados constam em um relatório sigiloso da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), datado de março deste ano. As informações foram publicadas na edição desta segunda-feira (28) do jornal Folha de S.Paulo.

A comissão alega que Cunha concordou e se beneficiou com negócios realizados pela corretora Laeta DTVM. A prática, deniminada “não equitativa”, é uma conduta vedada, anuncia a CVM.

Para cometer a fraude houve a montagem de um esquema que gerou ajustes nas perdas para os fundos da Prece e ajustes dos ganhos, encaminhados para determinados clientes das corretoras.

Em uma investigação aberta em 2012, foram apontdos prejuízos de mais R$ 39 milhões, com suspeitas sobre 37 pessoas e empresas, incluindo Cunha.

R7

Notícias relacionadas

Anísio veta tese de ingresso de RC no PT: “Não assinarei sua ficha”

A filiação ou não do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB) aos quadros do Partido dos Trabalhadores continua gerando polêmica entre a ala petista na Paraíba. Nesta terça-feira (05), durante…

Senador aliado de Bolsonaro quer convocar Geraldo Medeiros e secretários do NE para CPI

Após a instalação da CPI da Pandemia, o senador cearense Eduardo Girão (Pode), que é aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e defende a ampliação do objeto da CPI…