Fontes palacianas informaram ao PBAGORA que o caminho é sem volta. “Está rompido”, disse um interlocutor que não quis se identificar, referindo-se ao rompimento entre o ex-governador Ricardo Coutinho e seu sucessor, João Azevêdo.

De um lado está o grupo de infantaria de Ricardo Coutinho, do outro, um novo grupo que se forma tendo como líder maior João Azevêdo, que agora conta com  Edvaldo Rosas – destituído da presidência do PSB – como comandante.

Nos últimos dias a imprensa vinha registrando diversas trocas de farpas e algumas insatisfações eram percebidas dentro do ambiente dos girassóis. O chamado fogo amigo. “O estopim foi a manobra de Ricardo em tomar o partido de um companheiro fiel, como Rosas”, asseverou a fonte.

A fonte ainda informou que o presidente Nacional do PSB, Carlos Siqueira, teria ligado para o governador Azevêdo a fim de comunicar a intervenção.

Siqueira também teria convidando Azevêdo para ir à Brasília discutir o assunto, porém o governador se comportou como partidário e deixou o presidente a vontade para tomar a decisão. “O general maior, se trocando com um soldado”, disse o interlocutor, referindo-se a Coutinho e Rosas, respectivamente.

Seria o fim definitivo da atual oposição e o nascimento de uma nova capitaneada por Ricardo Coutinho? Quem João Azevêdo apoiará para prefeito de João Pessoa em 2020?

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

PBAGORA

 

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