A equipe de transição anunciou nesta quarta-feira mais quatro ministros do governo Dilma Rousseff, incluindo o novo chanceler, Antonio Patriota. Também foram confirmadas as escolhas de Fernando Pimentel para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Aloizio Mercadante para a pasta de Ciência e Tecnologia. Nelson Jobim seguirá como ministro da Defesa. Foi anunciado ainda Giles Azevedo, como chefe de gabinete da presidente eleita.

Na semana passada, a petista anunciou oficialmente 10 nomes para o primeiro escalão, entre eles cinco ligados ao PMDB: o senador Garibaldi Alves Filho para o Ministério da Previdência, o ex-ministro e senador Edison Lobão para retornar ao comando do Ministério de Minas e Energia, o deputado federal Pedro Novais para assumir o Ministério do Turismo, o atual ministro da Agricultura, Wagner Rossi, para continuar no cargo, e o ex-governador do Rio de Janeiro Moreira Franco para a Secretaria de Assuntos Estratégicos.

Na ocasião, Dilma também anunciou outros cinco ministros: a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) para o Ministério da Pesca e Aquicultura, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) para a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a jornalista Helena Chagas, atual assessora de imprensa da transição, para a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, para o Ministério das Comunicações, e o senador Alfredo Nascimento (PR -AM) para voltar ao comando do Ministério dos Transportes.

Segundo um assessor do presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, ele e Dilma conversaram na semana passada e ficou acertado que o partido terá direito a indicar ministros para duas pastas: Integração Nacional e Secretaria Especial de Portos, que também comandará o setor de aviação civil no governo da presidente eleita. O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) poderá escolher entre os dois cargos. Por enquanto, nada foi confirmado pela equipe de transição.
 

 

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