Por pbagora.com.br

O delegado da Polícia Federal do município de Patos, Francisco Martins, confirmou na tarde desta quinta-feira (6) haver citação do nome do prefeito de Patos, Nabor Wanderley (PMDB) no inquérito que investiga um esquema de tráfico de drogas na região. De acordo com o rumo das investigações, contudo, não ficou comprovada participação direta de Nabor do esquema criminoso.

De acordo com o delegado, o nome do prefeito foi inserido no relatório do inquérito após ser cooptada uma conversa telefônica entre dois alvos suspeitos. Um destes, de acordo com Martins, citou o nome de Nabor Wanderley, afirmando ao comparsa que teria prestigio junto ao gestor  e teria como conseguir o que o traficante queria.

Com a citação, a PF passou a investigar se haveria algum contato do bando com o prefeito, no entanto não foi possível confirmar envolvimento de Nabor Wanderley com o esquema.

Para o delegado, as informações veiculadas em jornais partidários representam uma forma tendenciosa de tirar proveito contra alguém que não está inserido no contexto. “Existe o processo, existe o nome do prefeito, mas não há envolvimento do político com o tráfico da região”, disse.
 

Juiz de Santa Luzia confirma investigação sobre tráfico de drogas na região de Patos .

O juiz da Comarca de Santa Luzia, Fernando Brasilino Leite, confirmou na tarde desta quinta-feira (06), a reportagem do portal PB Agora, a existência do inquérito da Polícia Federal que apura o envolvimento de mais de 15 pessoas com o trafico de drogas na região de Patos. 

Conforme Brasilino, o Ministério Público tem conhecimento da investigação e já realizou denúncia sobre o caso. Todas as pessoas citadas no processo serão notificadas e, após confirmação da notificação, terão10 dias para responderem.

O juiz acrescenta que não só pessoas da região de Patos estão envolvidas no esquema, mas também vários outros suspeitos polarizados em Estados vizinhos.
Brasilino esclareceu que não tem conhecimento do conteúdo do Jornal do PSDC e que está a disposição para tirar quaisquer dúvidas sobre o inquérito.
“O inquérito está no cartório e é público para que qualquer pessoa ver, no entanto, para se retirar cópias estão aptas apenas às partes envolvidas ou os advogados habilitados”, explicou.

 

 

PB Agora

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