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Conheça a trajetória do governador da Paraíba

Eleito com mais de um milhão de votos, o governador Ricardo Coutinho (PSB) toma posse neste sábado (1º) no Espaço Cultural, em João Pessoa.  Em seu discurso, durante sua diplomação, no dia 17, ele anunciou que sua primeira medida a frente do Governo do Estado será na área econômica.

“Precisamos construir o desenvolvimento e a sustentabilidade de setores importantes. Em janeiro ou fevereiro, após a posse, eu e Rômulo vamos chamar todos os setores produtivos desse Estado, que queiram participar naturalmente, e os setores políticos para que possamos em um, dois ou três dias construir (cinco, seis ou sete) grandes eixos para nossa economia”.

 Conheça agora o perfil do governador eleito Ricardo Coutinho:

Ricardo Vieira Coutinho nasceu em João Pessoa, em 18 de novembro de 1960, na maternidade Frei Martinho, localizada no bairro de Jaguaribe. Filho de pai agricultor e mãe costureira, teve uma infância simples. O pai, seu Coriolano Coutinho, morou em Bananeiras, Serraria, Caiçara e chegou a João Pessoa, onde teve uma pequena granja no bairro do Castelo Branco e vendia leite. Possuía também umas pequenas casas de onde recebia aluguéis. Era assim que Ricardo vivia: a mãe, dona Natércia Vieira, costurava e o pai vendia leite e negociava uns aluguéis de algumas casinhas que possuía. A vida era feita de períodos bons e ruins, de acordo com as vendas do leite, os aluguéis das casas e as costuras da mãe. O sobrenome “Vieira” vem de uma família de Umbuzeiro, e o “Coutinho”, de Picuí, de Bananeiras, ou seja, um misto de brejo e sertão. Seu pai teve 10 filhos do primeiro casamento (com a sua mãe) e 8 do segundo.

Ricardo fez o “primário”, como se chamava naquela época, no Instituto La Salle, conhecido colégio de Jaguaribe. O “ginásio” foi cursado no Colégio 7 de Setembro, também no bairro de Jaguaribe. Só pôde estudar nesta escola porque uma irmã era casada com o dono dela; todos os irmãos estudaram lá para aproveitar a franquia.

O segundo grau foi feito na Escola Estadual Bairro dos Estados. Ele lembra que se fazia concurso para ser admitido em escolas públicas nessa época; “o ensino desse período era muito bom”, ele conta. O “3º ano científico”, cursou no Colégio Águia.

Morou muito tempo em Jaguaribe. Todos o conhecem por lá. Tem ótimas lembranças de sua turma, dos dias de chuva, de bater pelada no campo do clube Estrela do Mar… Foi uma criança feliz, apesar das dificuldades. Os pais sempre disseram que tivesse cuidado com o que ia fazer, pois teria de responder pelos seus atos. Nunca teve ninguém que o “acobertasse” e/ou consertasse os seus erros. Seu Cori e Dona Natércia sempre ensinaram que os filhos procurassem fazer o que é correto e de acordo com a sua consciência. O sentimento de profunda responsabilidade sempre esteve presente na sua vida.

Percebia que os estudos o levariam bem mais longe e foi nisso que apostou, apesar de considerar que foi um aluno que “apenas” dava conta das coisas. Sabia da sua responsabilidade e acha que “sempre estudou o suficiente”. A adolescência foi marcada pelo esforço em estudar e, em 1977, passa no vestibular da UFPB, para o curso de Farmácia.

 

Assessoria

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