Candidato Ciro Gomes durante sabatina no Correio Braziliense. Brasilia 06-06-18. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

Após Marina Silva (Rede), mais um ex-presidenciável manifestou interesse de contar com o governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), em seu partido. Agora foi a vez de Ciro Gomes, do PDT que concedeu entrevista ontem (18) em Cajazeiras no Sertão paraibano. O pedetista também falou da sua proximidade com o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

“João Azevêdo era o braço direito dessa grande virada que a Paraíba experimentou com Ricardo Coutinho. É um quadro que honraria qualquer partido e nós do PDT ficaríamos honrados”, afirmou Ciro em entrevista.

O ex-governador do Ceará disse, porém, que cabe a vice-governadora Lígia Feliciano e o deputado federal Damião Feliciano conduzir uma eventual filiação de Azevêdo. “Um homem da grandeza de Azevêdo não pode ser coagido, pressionado ou aliciado. Ele tem a responsabilidade de governar esse estado irmão, tem feito um grande trabalho, tenho acompanhado muito de perto. A Lígia e o Damião tem a capacidade de conduzir o diálogo juntamente com o [Carlos, presidente nacional do PDT] Lupi”, pontuou.

Já sobre Ricardo Coutinho ele considerou o socialista um amigo de muitos anos, mas que se prejudicou na escolha da sua sucessão, principalmente por ter ficado sem mandato em âmbito federal. “Acho que por desconfiança desnecessária, ele acabou sacrificando. Poderia ser hoje um grande quadro no cenário federal. Mas, enfim, isso é só dó de ver um quadro com a qualificação dele ter ficado sem um mandato”.

Redação

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