O deputado estadual e líder da oposição na Assembleia Legislativa, Bruno Cunha Lima (PSDB) revelou esta semana que quem deseja ser o candidato das oposições tem que ter cacife político e gastar sola de sapato para viabilizar seu nome, para que em 2018 possa ter argumentos para pleitear seu espaço na cabeça de chapa para a disputa pelo Governo do Estado.

 

Bruno destacou que não há brigas internas, mas que muitos nomes fazem o leque de opções aumentar e isso não seria ruim na sua opinião e que também não dividiria a aliança e sim a fortaleceria.

 

O parlamentar destacou que a união é importante, mas que o assunto não deve ser antecipado, pois apenas em 2018 é que haverá conversas e definições. O que tem que ser feito até lá é massificar os nomes que desejam disputar a vaga e os demais espaços da chapa majoritária que tem as vagas de Governador, vice e senador que pode ser partilhada para os partidos que compõem a aliança firmada em 2016 para a eleição da prefeitura de João Pessoa que deu a vitória, em primeiro turno para Luciano Cartaxo (PSD).

 

“Um pré-candidato tem que se viabilizar. É de responsabilidade de Romero, Cartaxo e Maranhão se viabilizarem nas suas pré-candidaturas e em 2018, no momento oportuno, nós chegarmos a mesa de discussão e diante desse debate prévio, já construido, e isso acontece no bojo dos partidos, se chegar a uma decisão, mas isso é só em 2018. Eles tem que gastar sola de sapato para se tornarem conhecidos e ter cacife político suficiente para chegar na mesa em 2018 e pleitear a cabeça de chapa e outro espaço na chapa majoritária. Não temos um racha por termos nomes e sim fortalecimento”, explicou o tucano

 

Redação

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