INOPERÂNCIA: auxiliar de Maranhão não consegue seguir ritmo do Governo, deixa Sistema Siaf fora ar e provoca atraso no pagamento de fornecedores

Atestado de inoperância. É assim que alguns fornecedores do Governo do Estado estão rotulando a atuação do diretor-presidente da Codata, Hipólito Lima, devido ao atraso tecnológico porque vem passando o órgão nos últimos dias e que está prejudicando o pagamento de fornecedores.

Mesmo com o empenho e a agilidade que o governador José Maranhão (PMDB) desempenha a frente do executivo, muitos auxiliares não estão conseguindo seguir o ritmo administrativo e acabam se mostrando indiferentes ao zelo com a coisa pública.

As constatações sobre o mal desempenho de Hipólito a frente do órgão ficaram mais aparentes esta semana, devido ao excesso de reclamações de fornecedores que estão sendo prejudicados com atraso no pagamento porque o Siaf (Sistema Integrado de Administração Financeira), está fora do ar desde a última segunda-feira (08).

Para piorar a situação, a previsão dada pelo órgão para o restabelecimento do serviço está marcada apenas para a próxima terça-feira (16), ou seja, mais de uma semana depois.

Para um dos fornecedores, é inadmissível que um dos sistemas mais importantes do Estado, em plena era da tecnologia, esteja fora do ar sem que haja uma espécie de ‘plano emergencial’, como redundâncias de servidores, virtualizacao, etc.

“Hoje já existem diversas tecnologias avançadas para justamente evitar esse tipo de problema, como redundâncias em servidores, virtualizacao”, falou, lamentando que atualmente a presidência utilize uma estrutura arcaica e desde que assumiu o órgão não melhorou em nada.

Apesar de terem sido anunciadas melhorias no data center do Estado, até hoje nada foi feito nesse sentido e se foi feito, foi mal feito, declarou outro fornecedor.

Ainda ontem muitos fornecedores cobraram os seus pagamentos e mesmo o Estado tendo dinheiro para pagar, fica impossibilitado porque, segundo informações da Codata, uma peça quebrada no servidor impede a atualização dos dados e indisponibiliza o pagamento.

Para um técnico de informática, a prática utilizada por sistemas de alta disponibilidade não permite esse tipo de falha, onde é possível trocar peças com o servidor em pleno funcionamento sem prejudicar no andamento do serviço.

“Infelizmente o jovem administrador que prometia revolucionar a informática dos órgãos estaduais, exigindo que tudo de informática fosse centralizado na Codata, pouco conseguiu fazer, pois se preocupou com o que estaria sendo executado em outros órgãos e esqueceu de cuidar do próprio”, detonou o fornecedor.
 

 

PB Agora

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