Em entrevista a uma emissora da capital, Rossana Holanda, presidente da Associação de Mulheres do Porto do Capim, voltou a criticar a desatenção da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) com os moradores que resistem em permanecer no local.

De acordo com Rosana, num primeiro momento, mais de 160 famílias seriam afetadas por este empreendimento do prefeito da capital Luciano Cartaxo. Ela critica a Prefeitura por falta de diálogo e por ter a intenção de levar os moradores para uma região mais afastada.

“Nossa reivindicação é a seguinte: não se trata do Porto do Capim sem a ótica de uma comunidade tradicional ribeirinha. Então se for ter algum impacto envolvendo os moradores, se houver realocação de fato para as pessoas que realmente precisam, que seja dentro do território e não para um Bairro das Indústrias ou Saturnino de Brito. A proposta é esta. Primeiro vem pelo direito ao diálogo e depois passa pelo direito ao território, à terra, não se trata povos tradicionais expulsando eles e sim garantindo direitos”, disse.

 

Redação

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