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Assembleia entrega Medalha Epitácio Pessoa ao desembargador Siro Darlan

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 A Assembleia Legislativa da Paraíba realizou na manhã desta sexta-feira (26), na Câmara Municipal de Cajazeiras, sessão solene em conjunto com a Câmara Municipal de Cajazeiras, para entregar a Medalha Presidente Epitácio Pessoa ao desembargador cajazeirense radicado no Rio de Janeiro, Siro Darlan de Oliveira. A medalha é a mais alta comenda outorgada pela Casa de Epitácio Pessoa.

 

O desembargador também recebeu a Medalha João Bosco Braga Barreto, outorgada pela Câmara Municipal de Cajazeiras. O projeto de resolução de autoria de Jeová Campos número 97/2016 foi aprovado em abril desse ano.

 

A homenagem da Assembleia Legislativa ao desembargador Siro Darlan é propositura do deputado Jeová Campos. “Eu sou literalmente encantado com a trajetória do desembargador Siro Darlan. A Medalha Epitácio Pessoa está sendo entregue no peito de um homem que de fato merece conduzi-la. A história do desembargador Siro é para ser contada para nossas crianças, ser contada para quem tem esperança que esse país será um país transformado numa grande nação”, pontuou o parlamentar.

 

Jeová destacou que a trajetória de Siro Darlan no seu início, foi marcada pela opção de cuidar das crianças e dos adolescentes e o cajazeirense é nome na referência nacional quando o assunto é Estatuto da Criança e do Adolescente, por seu um dos pioneiros nessa área. “A sua caminhada tem substância e por isso tem fundamento a homenagem com a medalha que Epitácio Pessoa é concedida a Vossa Excelência. O nobre que Vossa Excelência carrega é o nobre dos humildes, dos justos. Essa homenagem é uma mensagem de amor a um cajazeirense digno”, ressaltou.

 

Ao agradecer a homenagem da Assembleia Legislativa e da Câmara Municipal de Cajazeiras o desembargador Siro Darlan revelou: “me sinto agora com muito mais responsabilidade. Fazer justiça é trazer a paz social para a sociedade. Temos que ter a sensibilidade para poder dizer o direito. Eu vim para dizer não às injustiças, eu aprendi a dizer não quando saí aqui do Nordeste. Amigo Jeová, meu coração está inquieto, agradeço a Deus pelas oportunidades na vida. Hoje sou magistrado há 35 anos e se escolhi a causa das crianças e dos adolescentes é porque conheci a causa na própria pela”, pontuou. Destacou que o Estatuto da Criança e do Adolescente precisa sair do papel verdadeiramente. Acrescentou ainda que cada vez mais se sente orgulhoso de nordestino, de ser paraibano e cajazeirense.

 

O deputado Jandhuy Carneiro, que secretariou os trabalhos, declarou que “Jeová Campos foi feliz na iniciativa da homenagem porque o desembargador Siro Darlan tem prestado relevantes serviços à sociedade pelo seu desempenho, sua atuação como magistrado é exemplar no Rio de Janeiro”. Jandhuy lembrou que é integrante da Justiça do Trabalho e que a tarefa do julgador é fazer justiça, de acordo com a Constituição.

O cajazeirense Siro Darlan migrou para o Rio de Janeiro em 1953. Atualmente é presidente da Sétima Câmara Criminal. Formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, desde 1975, é Pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, tem Curso de Especialização em Direito Penal e Processual Penal, é pós-graduado em Direito da Comunicação, pela Universidade de Coimbra, Portugal, e iniciou sua carreira na magistratura, como Juiz de 1ª instância, na Comarca de Silva Jardim, no Rio de Janeiro, em junho de 1982 onde permaneceu até o mês de julho de 1984.

 

Durante a sua carreira de magistrado, exerceu vários cargos e participou de inúmeras atividades, além de lecionar em renomadas instituições de ensino superior. Atualmente, exerce o cargo de presidente da Sétima Câmara Criminal do Rio de Janeiro.

 

O vereador Alison Américo de Oliveira, autor concessão da Medalha João Bosco Braga Barreto, afirmou que o desembargador é merecedor das homenagens pelo trabalho no judiciário, pelo caráter e serviços prestados ao Brasil.

 

O coronel Cunha Rolim afirmou que o desembargador Siro Darlan é exemplo para muitos jovens paraibanos e brasileiros. “A homenagem é um dever de justiça, dos cajazeirenses e paraibanos”, disse.

 

A juíza Adriana Lins, da Comarca de Cajazeiras, o coronel Cunha Rolim, comandante do 6º BPM, o presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, vereador Nilson Lopes, a esposa do homenageado, arquiteta Heloisa Couto, o ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Antonio, dentre outras personalidades também participaram da sessão solene.

 

Ascom

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