Foto: divulgação / ALPB

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), após um extensa sessão ordinária nesta quarta-feira (12), aprovou com 19 votos favoráveis, seis contra e uma abstenção, criação da Fundação PB Saúde, empresa que irá gerir os hospitais paraibanos, substituindo as Organizações Sociais, algumas alvos da Operação Calvário, que investiga supostas irregularidades em contratos com o Governo do Estado.

A matéria tramitava na Casa desde o final de 2019 e encontrou forte resistência por parte da oposição, chegando a ser derrotada na CCJ da ALPB nesta terça-feira (11), com voto contrário de representantes do G11.

O presidente da Assembleia, Adriano Galdino, disse que tem a consciência tranquila que a aprovação da Fundação PB Saúde foi a coisa certa a ser feita para melhorar as condições dos hospitais e dos servidores da Saúde do Estado.

No entanto, Galdino disse que a Casa de Epitácio Pessoa fez a sua parte e cabe agora ao Governo do Estado apresentar solução para os problemas na Saúde.

– Cumprimos com a nossa obrigação e eu tenho a consciência tranquila que fiz a coisa certa porque agora o governo tem a obrigação de resolver os problemas da Saúde. Fizemos a nossa parte e cabe ao governo agora agir para pagar aos funcionários, para comprar insumos e dar assistência ao povo. A Assembleia fez a sua parte. O governo que assuma a sua obrigação e vá pagar o salário dos funcionários, que está atrasado, e vá comprar insumos para que as cirurgias possam acontecer porque a saúde não pode parar e o homem público, o homem pobre da Paraíba não pode ficar esperando para receber seu salário com um ou dois meses atrasados. O cidadão tem o direito de receber em dia. E o cidadão pobre tem o direito de ter saúde de qualidade ao seu dispor – disse Galdino.

Já o líder da bancada do Governo na ALPB, o deputado Ricardo Barbosa, afirmou que a aprovação da proposta vai trazer melhorias para a população e para os servidores do setor. “A decisão da Casa significa respeito aos servidores, mães e pais de família que precisam de suas remunerações que já é pequena. Portanto, nós cumprimos o nosso papel”, ressaltou.

O texto foi aprovado por maioria em dois turnos e contou ainda com os votos dos deputados Galego Sousa, Cláudio Régis e Jane Panta, que são da bancada de oposição.

 

 

PB Agora

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