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Após fuga no PB1 candidatos a governo apresentam propostas

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Após a fuga em massa no complexo presidenciário PB 1, os candidatos ao governo do Estado, apresentaram propostas para o setor da segurança e assumiram compromisso de adotar medidas de combate a criminalidade que garantam tranquilidade a populaçaõ.

Candidato apresentado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), João Azevêdo defendeu investimento em inteligência para melhorar a segurança.

“Continuar investindo [em segurança pública], como qualquer política pública precisa de investimento. Continuar investindo, continuar contratando mais homens, investindo acima de tudo em inteligência. Aqui em João Pessoa, em Campina Grande e em Patos, centros de monitoramento e controle, fazendo com que a segurança pública possa cada vez mais prestar um serviço melhor”, disse.

 

Candidato das oposições, Lucélio Cartaxo do PV promete implementar um centro de monitoramento no Estado. Ele garantiu que vai investir em segurança para evitar episódios como o ocorrido no PB 1.

“Nós vamos investir. Porque é hoje o pedido número um de todo paraibano, investimento em segurança pública. Vamos fazer com que a gente possa realizar concurso público, para que as pessoas que efetivamente passaram num concurso público possam ser chamadas para trabalhar e oferecer uma segurança de melhor eficiência no nosso estado. Vamos investir também em câmeras de videomonitoramento, vamos fazer com que a gente possa montar o centro de monitoramento para apresentar resultado para melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

 

O candidato do MDB, Zé Maranhão, afirmou que vai manter o valor relativo à bolsa desempenho para os militares reformados, ou seja, manter as remunerações da ativa após aposentadoria. De acordo com o candidato, os militares do estado perdem cerca de 48% dos seus provimentos quando decidem parar de trabalhar.

 

Zé Maranhão defendeu a redução de cortes nos gastos públicos, investimento na área de segurança pública e se mostrou contrário à privatização das empresas estatais, incluindo a Cagepa e os aeroportos de João Pessoa e de Campina Grande.

"Nenhuma empresa privada vai querer assumir as tarefas sociais que a Cagepa pode e deve assumir. Por exemplo, o esgotamento sanitário em pequenas cidades, em pequenas localidades. É claro que a empresa privada não vai ter interesse neles, já que não têm rentabilidade. É a mesma coisa que tá acontecendo com os aeroportos. Eu sou contra a privatização indiscriminada dos aeroportos, já manifestei essa ideia, já votei contra isso", comentou o candidato.

 

Redação

 


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