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André renuncia a candidatura de deputado. O que levou Gadelha a desistir? Confira!

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É fato! O ex-prefeito de Sousa André Gadelha (PMDB) surpreendeu a muita gente quando resolveu anunciar ontem, 19, a desistência de sua candidatura a deputado estadual. Daí em diante o motivo, ou os motivos, que levaram o ex-prefeito a jogar a toalha, ecoam com a mesma proporção do seu ato. Talvez mais. Visto que as explicações para muitos não se justificaram. E, portanto, restam dúvidas a esclarecer. O colunista politico do Sertão, conhecido como Arnobinho, dá sua opinião.

 

Então o que leva um político ontem a destacar ser detentor de uma candidatura imutável, inexaurível, para hoje desfazê-la com a mesma rapidez que se faz desaparecer um risco na água. “Eis que temos aqui um cardápio de respostas, tais quais: dinheiro, fator pessoal, falta de votos, ou mera covardia. Algum dos itens elencados vai ao encontro da desistência de André Gadelha? Não! Em se tratando de quem passou quatro anos à frente da Prefeitura de Sousa e saiu após uma derrota. Não!”, disse Arnobinho.

 

André Gadelha tem muitos motivos que o levaram à desistência da candidatura a estadual e todos ligados, inexoravelmente, aos seus erros, limitações e irresponsabilidades enquanto prefeito, assegura o colunista. Senão vejamos: fechamentos de creches associado ao desaparecimento de móveis e equipamentos, fechamento de postos de saúde, sucateamento de secretarias, a exemplo de infra-estrutura, falta de medicamentos na farmácia básica, fechamento da UPA, desprezo aos logradouros públicos, como praças e terminal rodoviário, salários atrasados, e a mais cavilosa de todas suas criaturas – a taxa de iluminação.

 

“Enfim, uma quase infinita relação de infrações, omissões e negligências que, certamente, faria qualquer político, não imaginar, mas, ter a certeza que até uma candidatura a presidente de bairro corria-se um risco iminente de um vexame sem precedentes. Eis aqui a verdade. O real motivo da desistência de André Gadelha: uma consciência pesada, mergulhada nas profundezas de sua própria incapacidade, à sombra de duas convicções. A primeira, o povo não esqueceu seu lastimável governo. A segunda, o povo não lhe perdoaria, de novo”, afirma o colunista.

 

Redação

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