De acordo com o professor e cientista político Augusto Teixeira, mesmo observando a situação atual das siglas partidárias não deve ocorrer o esfacelamento do sistema partidário no sentido ideológico. “A muito ele não é caracterizado por um forte componente ideológico, vide a própria fragmentação partidária. Espero que com a minireforma eleitoral de 2015 logremos a redução do número de partidos e a relação eleitor partido possa ser reforçada pelo fim das coligações no próximo pleito”, destacou.

 

Para Teixeira, os partidos como máquina partidária são importantes para conquistar recursos e poder institucional. Ele entende que isso não impede que nos diversos níveis os partidos tenham caciques que imprimem uma lógica de ganho próprio ao invés de uma coerência partidária.

 

“O componente ideológico não é o forte de nossas legendas. Nesse sentido, o comportamento aparentemente infiel é explicado por uma lógica racional que reforça o cacique, a versão local do partido. No segundo turno vários partidos liberaram as bases para apoiar quem quisessem ao declarar neutralidade. É reforço do localismo na arena política”, afirmou.

 

 

Redação

 


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